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Bodega do Bachi #327/06/2018 | 10h58Atualizada em 27/06/2018 | 10h58

Na terceira edição da Bodega do Bachi, tema central foi a passagem de Tite pelo Ju

Treinador da Seleção comandou a equipe alviverde durante Gauchão de 1997

Na terceira edição da Bodega do Bachi, tema central foi a passagem de Tite pelo Ju Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

Na terceira edição do Bodega do Bachi, os convidados do programa foram o ex-jogador Lauro e Áureo Mazzochi, primo do técnico Tite e torcedor do Ju. A passagem do técnico pelo clube alviverde, no Gauchão de 1997, foi o tema central da conversa.

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Na oportunidade, Tite assumiu o clube no início da temporada e permaneceu no Juventude até maio, quando acabou demitido após uma sequência de derrotas. Na campanha, que contabilizou cinco amistosos, 17 partidas do Gauchão e duas na Copa do Brasil, o time alviverde venceu 12 vezes, empatou cinco e perdeu sete (57% de aproveitamento).

– O que mais marcou foi o profissionalismo. O ponto principal do trabalho dele era essa ideia de tornar o grupo uma família, de valorizar todos os jogadores, os que estão atuando e os que não estão sendo relacionados. O que mais me chama a atenção é que, em 1997, já era algo muito forte no perfil dele. O jogo de cintura, a forma como tem categoria para lidar com o grupo, desde o principal jogador até o que está sendo menos utilizado no momento –  relembra Lauro, titular alviverde na oportunidade.

Para Áureo Mazzochi, o fato de o treinador não ter conseguido no Ju o mesmo sucesso que posteriormente teve no Caxias não diminuiu o sentimento de admiração pelo comandante.

– Dá uma dorzinha de cotovelo, mas, pela proximidade com o Tite, a gente ficou contente pelo título com o Caxias – lembra Mazzochi.  

A base daquele time do Juventude de 1997 fez uma boa campanha no Brasileirão do mesmo ano, e posteriormente conquistou o Gauchão de 1998, já sob o comando de Lori Sandri. Lauro voltou a trabalhar com Tite no Grêmio, em 2002. E, cinco anos após o primeiro encontro, o ex-volante reencontrou um treinador com os mesmos conceitos de trabalho, mas em um outro estágio da carreira.

– Acredito que o amadurecimento foi muito grande. No Juventude, ele vinha dos primeiros trabalhos dele, como no Veranópolis, que deu o primeiro título,. Depois que ele saiu do Ju conquistou o título inédito pelo Caxias e no Grêmio, com os mesmos princípios e valores, já via uma visão melhorada de parte tática e modernidade de jogo. Até os treinamentos eram diferentes.

A dupla de convidados também mostrou-se confiante para o jogo de hoje da Seleção, contra a Sérvia.

– O Brasil tem sido muito superior aos adversários. Temos uma Seleção no nível das melhores do mundo. Acredito que será mais um jogo em que vamos dominar. Se o Brasil fizer um gol cedo, aposto em um 3 a 0 – opinou Lauro. 

– Acho que será um jogo de muita posse de bola para o Brasil e a mesma retranca do adversário, como foram os primeiros jogos. Acredito em um 3 a 1 – apostou Áureo.

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