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Opinião06/06/2018 | 07h00Atualizada em 06/06/2018 | 07h00

Intervalo: O empate do Juventude não enganou o torcedor nas arquibancadas

Mesmo buscando a igualdade, time de Julinho Camargo foi vaiado ao final da partida

Intervalo: O empate do Juventude não enganou o torcedor nas arquibancadas Porthus Junior / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Porthus Junior / Agência RBS / Agência RBS

Só o resultado

O que salvou a noite do torcedor do Juventude nesta terça-feira foi não ter perdido. De resto, foi desanimadora a atuação do time no empate contra o Atlético-GO. A esperança é que a direção alviverde e a comissão não se enganem com a recuperação após quase 90 minutos de pouca bola. O Jaconero, pelo jeito, não se enganou. As vaias ao final da partida foram prova disso. Comemoram o gol porque foi a camisa do Juventude, mas o time não os representa.

Caminhada no Jaconi

Impressionante como os jogadores do Ju caminhavam em campo enquanto o Atlético-GO tocava bola, mesmo levando 2 a 0. O empate foi por méritos individuais de Jesus e Bonfim. A velocidade – e vontade – dos goianos era muito maior que a do time de Julinho, de Valdemar Fernandes e de Rodrigo Poletto. A torcida gritou ‘olé’ quando o adversário tocava bola, e vaiou o primeiro gol. O comportamento do time em campo reflete na arquibancada.

Aprendizado grená

Se tem uma coisa que Luiz Carlos Winck tem feito no comando do Caxias é aprender com as situações. O estrago que a eliminação para o Avenida fez no Centenário, no Gauchão, é lição aprendida pela equipe grená.


 
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