Com amuleto recebido de Tite, amigo do técnico assiste à Brasil x Costa Rica em bar de Caxias - Esportes - Pioneiro

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2 a 0 no fim22/06/2018 | 14h07Atualizada em 22/06/2018 | 14h10

Com amuleto recebido de Tite, amigo do técnico assiste à Brasil x Costa Rica em bar de Caxias

Médico do Caxias e da Seleção Brasileira de Futsal arriscou o placar de 3 a 0 para a Seleção

Com amuleto recebido de Tite, amigo do técnico assiste à Brasil x Costa Rica em bar de Caxias André Fiedler/Agência RBS
Aloir Oliveira vestia camisa que ganhou de presente de Tite Foto: André Fiedler / Agência RBS

A tensão que já começava a se transformar em frustração deu lugar a uma explosão de alegria entre os torcedores que acompanhavam Brasil x Costa Rica no Quintino Futebol Pub, em Caxias do Sul. O bar, na área central da cidade, é destinado aos apaixonados por futebol e ficou com praticamente todas as mesas ocupadas durante a partida, que terminou com dois gols brasileiros marcados no fim.

Entre os torcedores, estava um dos melhores amigos que o técnico Tite tem na cidade: Aloir Oliveira, médico do Caxias e da seleção brasileira de futsal. Embora ambos já se conhecessem antes, a amizade, que hoje envolve até mesmo as famílias, começou nos tempos em que o técnico da Seleção treinou o clube caxiense. 

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E para torcer para os 3 a 0 que arriscava para o Brasil, Aloir vestia uma camisa de Philippe Coutinho dada a ele pelo próprio Tite pouco antes do embarque à Rússia. A pulseira benta que tinha no pulso, era outro amuleto recebido do amigo.

Ao longo do primeiro tempo, porém, o médico demonstrava preocupação com o desempenho da Seleção, especialmente com erros nas finalizações. Era justamente sobre isso que ele e Tite haviam conversado após o empate com a Suíça, na estreia da Copa.

— O Tite está tranquilo para este jogo. O que ele falou é que tivemos 20 finalizações no primeiro jogo, mas finalizamos mal. Ele disse que também precisa trabalhar a cabeça dos jogadores e isso ele sabe fazer muito bem — lembrou Aloir.

Depois do intervalo, no entanto, com um Brasil mais ofensivo, a torcida, que antes acompanhava a partida em silêncio, passou a reagir a cada chance de gol.

— Falta calma e paciência para finalizar, mas evoluiu bastante em relação ao primeiro jogo. No segundo tempo o Brasil está jogando tudo o que não jogou desde 2014 — disse o projetista Éderson Salvador, 28 anos.

Em meio à empolgação da partida, alguns torcedores aproveitaram até para beber uma cerveja, apesar do horário incomum.

— Vale tudo! Ou classifica ou... — disse Éderson, sem concluir a frase.

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