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Cuidado, Tite28/06/2018 | 19h31Atualizada em 28/06/2018 | 21h07

A Copa das surpresas virou a das pedreiras para o Brasil 

Croácia surge como um dos principais rivais pelo Hexa

A Copa das surpresas virou a das pedreiras para o Brasil  JOE KLAMAR/AFP
Croácia é uma das surpresas da Copa Foto: JOE KLAMAR / AFP

As surpresas da Copa colocaram o Brasil em um caminho de pedras até o hexa. Com a definição do Grupo H nesta quinta-feira, aqui na Rússia, o chaveamento empilhou 10 títulos mundiais de um lado (onde está a Seleção) contra dois do outro

Deste lado, com dois troféus, é possível projetar que teremos uma intrusa na semifinal. Aposto na Croácia, acelerada pela dupla de meio-campistas Rakitic e, principalmente, Modric. É como se Real Madrid e Barcelona estivessem no mesmo setor e fossem encarar a seleção espanhola. Mas também não descarto uma surpresa ainda maior, como a Colômbia ou a Suécia. A Inglaterra, apesar de toda a pompa, é mais um campeonato (a Premier League) do que uma seleção, embora seu trabalho de base já tenha dado algum resultado.

No outro lado do chaveamento, o do Brasil, sairá faísca. Há algo bom nisso: o entredevoramento. 

Uruguai ou Portugal, uma delas verá as quartas pela TV. O mesmo vale para Argentina e França. A Seleção, pode-se dizer sem medo de errar, terá caminho espinhoso nos matas. Se passar pelo México, cujo rendimento depende da lua, como se viu na primeira fase, terá a Bélgica o esperando, com sua geração de craques formados a partir de um trabalho científico de categorias de base, iniciado numa universidade com pesquisa sobre características de mais de 4 mil jogadores do país. 

Ou seja, o hexa, se vier, será muito merecido — e suado.

 
 
 
 
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