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Série D19/05/2018 | 07h00Atualizada em 19/05/2018 | 07h00

Caxias enfrenta Mirassol com primeira oportunidade de garantir classificação

Equipe de Luiz Carlos Winck entra em campo domingo, às 16h

Caxias enfrenta Mirassol com primeira oportunidade de garantir classificação Porthus Junior / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Porthus Junior / Agência RBS / Agência RBS

A decisão que o Caxias não quer adiar. Diante do Mirassol, neste domingo, fora de casa, a equipe de Luiz Carlos Winck pode garantir matematicamente a classificação para a segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série D. É a primeira vez que o grená irá depender somente de suas forças para que isso aconteça. Por isso, o treinador não pensa em outro resultado no interior paulista.

— Vamos tentar classificar em São Paulo. O campeonato é complicado e o nosso grupo é muito difícil. Se o Inter-SC ganha do Nova Iguaçu, vai a nove pontos. Se perdemos para o Mirassol, que é nosso concorrente direto no momento, vai a 10 pontos. Daí se define no último jogo em casa e com obrigação de fazer resultado. O Caxias tem que se mostrar grande o tempo todo. Seja jogando em casa ou fora — avalia Winck.

Um dos trunfos do treinador e da boa campanha do time está na manutenção da base titular. Foram sete jogadores mantidos entre os 11 iniciais nos quatro jogos. Entretanto, apenas seis chegarão a cinco partidas. Sem Thiago Sales, Jean deve fazer sua estreia na Série D.

— A liderança do Jean é importante. Quando vejo na minha cabeça tem uma definição, não fico titubeando. Não gosto de ficar trocando a equipe. Do meio para a frente é o mesma time. Para trás está se mudando o Thiago por lesão. O Cleiton é um retorno natural, porque é um jogador da função — diz o técnico grená.

Se em Nova Iguaçu o calor foi um dos adversários do Caxias, em Mirassol a situação não deve ser muito diferente. A previsão aponta 23ºC na cidade paulista,  para o domingo. Mas a sensação térmica tende a ser maior. Winck garante que o time está preparado para este tipo de adversidade:

— Tem calor também. Tenho conversado muito com o pessoal de São Paulo, e eles me disseram que lá é muito quente. Mas é o que falo para os jogadores, não dá para arranjar desculpa no calor. É quente para os dois lados. Temos é que encontrar a maneira de jogar, ter mais posse de bola e marcar forte. E quando estiver com a posse de bola, ter alegria para jogar.

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