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Série B28/04/2018 | 20h30Atualizada em 28/04/2018 | 20h30

Técnico do Juventude critica erros de marcação que cederam a vitória ao Avaí

Na visão de Julinho Camargo, equipe alviverde deu dois gols para a equipe catarinense

Técnico do Juventude critica erros de marcação que cederam a vitória ao Avaí Marcelo Casagrande / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agência RBS / Agência RBS

Após a derrota por 3 a 1 para o Avaí, o técnico do Juventude, Julinho Camargo, analisou os erros cometidos pela sua equipe neste sábado, no Estádio Alfredo Jaconi. A crítica maior foram para os primeiros dois gols da equipe catarinense, originados de cobranças de lateral e com falhas na marcação.

— Tomamos dois gols com processos (de marcação) fáceis de fazer. Estamos homem a homem e abandonamos o jogador. Aí o cara fica só, para empurrar para o gol. No segundo gol, uma lateral onde é preciso ter um sanduíche do zagueiro com lateral e não tem isso. Ele cobra a lateral, recebe, sai o cruzamento e a gente desliga da marcação individual, de novo ele conclui a jogada. São gols muito bobos de se tomar, onde eu como treinador tenho que pontuar, corrigir e alertar — afirmou o técnico, que complementou como inaceitável estes erros para jogadores de Série B:

— Fico chateado, estamos falando de profissionais de Série B. O alerta é para todos, não um específico. É para todos nós, eu perdi com os caras. Mas o princípio da marcação é entre o jogador e a goleira, não na frente ou no lado.

Outro ponto foi ainda no primeiro tempo. Segundo o treinador, o Avaí empurrou o Juventude para trás, logo após sofrer o gol anotado por Guilherme Queiróz. Assim, se aproveitou de erros de posicionamentos que ele não conseguiu corrigir até o intervalo. Inclusive, Julinho disse que ficou 30 minutos tentando alertar seus atletas, mas a mensagem não chegou.

— Estava muito fácil na leitura, ganhar o meio de campo. O que me chateou foi ficar 30 minutos gritando e a informação não chegar. Naquela movimentação das pedrinhas, eles soltam a equipe e o Caio Rangel (atacante) acaba vindo muito para o fundo. Ele tem que estar perto do gol adversário. Quando eu empurrei o Caio (para o ataque), nós tínhamos o Fellipe (Mateus, meia) e o Vidal (lateral-direito) pressionando o ala no lado esquerdo, dando um buraco no meio para o Jair cobrir. Ali o Fellipe deveria ter recuado, o Jair centralizado e poder cobrir os laterais. Perdemos 30 minutos onde poderíamos ter chances melhores e buscado até o segundo gol — ponderou o treinador.

O Juventude se reapresenta neste domingo e já embarca para Varginha, onde encara o Boa Esporte, na terça-feira.

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