Na despedida, jogadores e comissão técnica do Caxias Basquete valorizam campanha e projetam evolução para o NBB 11 - Esportes - Pioneiro

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Valeu, Caxias23/04/2018 | 23h41Atualizada em 23/04/2018 | 23h53

Na despedida, jogadores e comissão técnica do Caxias Basquete valorizam campanha e projetam evolução para o NBB 11

Após avançar na quinta colocação, time caxiense parou nas quartas de final

Na despedida, jogadores e comissão técnica do Caxias Basquete valorizam campanha e projetam evolução para o NBB 11 Felipe Nyland/Agencia RBS
Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

As lágrimas do pivô Marcão  ao cumprimentar os companheiros e a torcida na despedida da temporada eram o reflexo da emoção e do orgulho. Por mais que a decepção da derrota no jogo 4 para o Mogi ainda estivesse latente, cada um dos jogadores e integrantes da comissão técnica que estavam dentro de quadra sabiam que o adeus era digno de aplausos. 

NBB10

Para um time que iniciou a temporada sob forte desconfiança, encerrar o NBB 10 entre os oito melhores times da competição foi algo fantástico. No jogo decisivo, pesou a maior experiência e qualidade do rival.

– Foi uma partida bem emocional. Sabíamos que o jogo seria decidido nos detalhes e, por alguns momentos, conseguimos ir melhor. Mas eles foram cirúrgicos e conseguiram a virada. O sentimento da derrota é ruim, mas os aplausos da torcida são a prova de que entregamos o máximo em quadra, jogamos com o coração. Não tenho palavras para agradecer o que esse time fez por mim e o que mostrou essa torcida a cada jogo do NBB. Eles foram sensacionais – destacou Paranhos, cestinha do Caxias na partida com 18 pontos.

Para o técnico Rodrigo Barbosa, a avaliação é extremamente positiva. E o resultado vai muito além daquele conquistado dentro de quadra.

– Fizemos uma grande temporada, com grandes jogos, mas quando chega no mata-mata, normalmente o time que tem maior qualidade e investimento vai chegar na frente. Infelizmente, foi o que aconteceu. Mas, como falei aos jogadores, não temos motivo nenhum para baixar a cabeça. Muito pelo contrário. Temos que pensar em crescer o projeto – definiu Barbosa, que completou citando a necessidade de manter o processo de evolução para o NBB 11, que iniciou no segundo semestre deste ano.

– Lá no início do projeto, a ideia era ter uma equipe de basquete que a comunidade pudesse torcer e se identificar. Acho que isso a gente conseguiu. Agora, o desafio é qualificar essa equipe para chegar mais longe. É o recado que fica deste NBB.

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