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Série D28/04/2018 | 08h23Atualizada em 28/04/2018 | 08h23

Invicto em casa na temporada, Caxias enfrenta Mirassol no Centenário

Equipe grená faz primeiro jogo como mandante em busca da segunda vitória na competição

Invicto em casa na temporada, Caxias enfrenta Mirassol no Centenário Marcelo Casagrande / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agência RBS / Agência RBS

Um jogo importante na caminhada do Caxias no Campeonato Brasileiro da Série D. O Mirassol, adversário deste domingo, às 16h, no Estádio Centenário, é o principal concorrente à liderança do grupo A15. Por isso, é importante para a equipe grená conquistar uma vitória. 

Vale o primeiro lugar isolado na chave — os paulistas estrearam vencendo o Nova Iguaçu, em casa, por 1 a 0 — e a continuidade de uma invencibilidade no Centenário em jogos oficiais.

Contando Gauchão e Copa do Brasil, são oito partidas sem conhecer derrotas em casa em 2018. Foram duas vitórias e seis empates. O problema é o tempo sem vencer como mandante. A última foi no dia 24 de janeiro, pela terceira rodada do Estadual, contra o Inter (2x1). Depois veio a série de empates.

Para o técnico Luiz Carlos Winck, é importante que os jogadores que chegaram para a Série D saibam da força do time no Centenário:

— Passamos isso para eles. Vestir a camisa do Caxias tem um peso diferente. Quando se contrata um atleta tem que saber que ele personalidade para aguentar isso. É importantíssimo estar invicto em casa. Uma equipe que tem um estádio bacana e uma boa torcida como nós temos, tem que ser forte dentro de casa. Isso é obrigação do Caxias.

Apesar da disputa que se desenha entre Caxias e Mirassol pelo topo da tabela, o treinador grená destaca a qualidade de seu time como determinante para busca de objetivos no Grupo A-15 da Série D:

— Temos pensado jogo a jogo. O Mirassol tem uma boa equipe, assim como Nova Iguaçu e Inter-SC, apesar das dificuldades do início deles. Mas o nosso time também é. Vamos lutar para fazer o maior número de pontos possível. O Caxias tem que pensar grande. Se pensar pequeno, não chega a lugar nenhum. 

O pensar grande de Winck passa também por não se contentar nem mesmo com uma vitória como a da estreia, diante do Inter de Lages.

— Fizemos a nossa parte lá, como tínhamos que fazer. Mas chamei a atenção deles no vestiário de que poderia ter sido mais. No primeiro tempo fomos displicentes em algumas situações. Nos últimos passes que erramos, ter mais gana na hora da finalização. Ganhamos de 3 a 0 e eu não estou satisfeito porque poderíamos ter feito até um saldo melhor — diz o treinador.

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