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Opinião12/03/2018 | 20h57Atualizada em 12/03/2018 | 20h58

Intervalo: As alternativas para o time titular do Caxias no mata-mata

Os desafios da equipe grená para as quartas de final e do Ju na sua reformulação

Intervalo: As alternativas para o time titular do Caxias no mata-mata Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Marabá (E) e Jean (D) tiveram boa atuação em Gravataí Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

Ajustes finais

Winck chega para o mata-mata do Gauchão com uma estrutura de equipe bem desenhada, mas algumas dúvidas em relação às peças que pode utilizar. Basta analisar o desempenho de atletas como Jean, Marabá e Nathan na partida que decretou a classificação às quartas de final. 

São novas alternativas que podem ser encaixadas no time titular. O zagueiro ganha pontos pela liderança. Já foi capitão da equipe e tem o respeito dos companheiros. O mesmo vale para Marabá. Porém, neste caso, não acredito que Régis deixe a vaga. Os dois juntos? Pouco provável.

Na frente está a situação mais aberta. João Paulo não vive um bom momento. Túlio Renan, Nicolas e Daniel Cruz se revezam pelos lados.  Pode ser que Nathan Cachorrão ganhe espaço.

Força da camisa

Se engana quem pensa que o Caxias terá vida fácil contra o Avenida. O time de Fabiano Daitx deve manter o mesmo estilo de jogo com o qual conquistou a classificação inédita: marcando forte e explorando a velocidade nos contra-ataques.

Foi assim que surpreendeu o time grená na primeira fase. Agora, a história é diferente. E a camisa mais pesada deve fazer a diferença. Porém, é preciso mostrar essa superioridade.

Custo-benefício

Na avaliação do grupo para a Série B, com as suas 38 rodadas e grande exigência física, por conta das longas viagens, a direção do Juventude precisará avaliar o custo-benefício de alguns atletas. 

Vale a pena apostar em jogadores que ficaram mais tempo no departamento médico do que em campo nos últimos 15 meses? 

Vale contratar atletas do Exterior sendo que a maioria deles têm demonstrado muitas dificuldades de adaptação ao trabalho realizado por aqui? 

Um grupo para o Brasileiro não se faz apenas com bons jogadores, mas atletas que possam estar à disposição da comissão técnica na maioria dos confrontos.


 
 
 
 
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