Caxias aposta na superação para vencer o clássico Ca-Ju nesta segunda-feira no Centenário - Esportes - Pioneiro

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Gauchão 201819/02/2018 | 08h00Atualizada em 19/02/2018 | 08h00

Caxias aposta na superação para vencer o clássico Ca-Ju nesta segunda-feira no Centenário

Mesmo em melhor momento, técnico Luiz Carlos Winck preza por respeito ao adversário

Caxias aposta na superação para vencer o clássico Ca-Ju nesta segunda-feira no Centenário Porthus Junior/Agencia RBS
Luiz Carlos Winck confirmou time para o Ca-Ju. Escalação só muda em caso de ordem médica Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Superação é a palavra de ordem no lado grená para o Ca-Ju desta segunda-feira. Mesmo nove pontos à frente do rival, o Caxias preza por respeito e está ciente das dificuldades que um clássico proporciona. Os números ajudam. São três vitórias nas últimas três partidas. Duas delas nas quartas de final do Gauchão do ano passado. No entanto, as estatísticas não entram em campo.

– Não me preocupo com isso. Ano passado tivemos a felicidade de ganhar três clássicos. É importante porque transmite confiança no torcedor. Mas tenho a preocupação que a nossa equipe esteja focada no jogo e que entenda que o outro time tem qualidade. (Ricardo) Jesus jogando na frente, (Guilherme) Queiróz pelo lado, Fellipe Mateus, Felipe Lima, (Guilherme) Ozelame, seja quem for são jogadores de qualidade. Temos que respeitar e procurar neutralizar o que eles têm de bom – projeta Luiz Carlos Winck.

O treinador, aliás, não quer nem olhar para a tabela, onde uma vitória hoje poderá recolocar a equipe na liderança:

– Não temos de nos preocupar com a tabela. Estamos numa situação boa, mas queremos pontuar o máximo possível para ficar nas primeiras colocações. O Ca-Ju é um jogo diferente, atípico. É um clássico onde muitas vezes a parte técnica não vai prevalecer, a palavra superação é a mais importante para esse jogo.

Na casamata adversária, estará Antônio Carlos Zago. Juntos, entre 1991 e 1993, eles atuaram em cinco partidas como jogadores da seleção brasileira. De lá para cá, muita coisa mudou, menos o respeito mútuo.

– É difícil falar do trabalho dos outros. A gente sempre se deu muito bem. Nunca tivemos problemas pessoais. Respeito o trabalho dele e sei o quanto é difícil ser técnico nesses momentos adversos. Ele procura sempre fazer o melhor, trabalha bastante e às vezes o resultado não aparece – comenta Winck.

Ca-Ju
Foto: Pioneiro Arte / Pioneiro

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