Caxias se reapresenta para últimos ajustes antes da estreia no Gauchão 2018 - Esportes - Pioneiro

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No Centenário04/01/2018 | 08h00Atualizada em 04/01/2018 | 08h00

Caxias se reapresenta para últimos ajustes antes da estreia no Gauchão 2018

Equipe grená fará amistoso contra o São José-PoA no dia 10 de janeiro

Caxias se reapresenta para últimos ajustes antes da estreia no Gauchão 2018 Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Acertar os detalhes é o desafio do Caxias nas próximas duas semanas. A 13 dias da estreia no Campeonato Gaúcho, o time grená retomou as atividades de pré-temporada ontem, após quatro dias de folga para as festas de fim de ano.

Como começou cedo, no dia 8 de novembro, o Caxias já foca em ajustes para estrear pronto para o duelo contra o Novo Hamburgo, em casa, no dia 17. 

– Temos bastante coisa para ajustar. Compactação da equipe, algumas dificuldades na hora da marcação. Mas acho que a equipe evoluiu bastante. São poucos detalhes para ajustar até a estreia – opina o meia Gava, um dos destaques do time nos amistosos e treinos de pré-temporada.

O zagueiro Laércio chama a atenção também para os treinamentos de bola parada, fundamento sempre decisivo em competições equilibradas como o Gauchão.

– Estamos treinando a bola parada, isso faz muita diferença. Ainda treinaremos mais e até agora não demonstramos defeito nisso. Vamos aprimorar também as formações táticas para ter vários esquemas de jogo – resume o defensor, que garantiu que o grupo retornou sem perdas físicas após a pausa.

Apesar de estar na fase dos detalhes, nada de descanso. Para recuperar os dias de folga, a equipe treinou em dois turnos ontem e repetirá isso hoje e sábado. Na sexta, só à tarde.

Na próxima semana, dia 10, o Caxias recebe o São José-PoA para amistoso. Os sócios não pagam ingresso. Os demais, inclusive visitantes, pagam R$ 20.

Vai jogar como camisa 10

Na apresentação, Gava se colocou à disposição como um volante. Agora, na prática, o meia já admite atuar como armador, mais próximo da área adversária:

– Não que eu não seja um camisa 10, mas no Londrina estava mais adaptado a jogar de segundo volante. Aqui jogo mais próximo do gol, mais solto. Estou me sentindo bem e me adaptando. O Winck me dá liberdade para buscar a bola entre os volantes, mas também para de ficar mais perto do gol

 
 
 
 
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