Time do Caxias intensifica briga por vagas no ataque para o Gauchão 2018 - Esportes - Pioneiro

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No Centenário28/12/2017 | 18h26Atualizada em 28/12/2017 | 19h00

Time do Caxias intensifica briga por vagas no ataque para o Gauchão 2018

Com João Paulo como centroavante, Daniel Cruz, Túlio Renan e Nicolas disputam duas posições pelo lado do campo

Time do Caxias intensifica briga por vagas no ataque para o Gauchão 2018 Porthus Junior/Agencia RBS
Atacante Túlio Renan (D) treina como titular no Caxias desde o começo da pré-temporada grená Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Os últimos treinos do ano foram marcados por uma disputa acirrada no ataque do Caxias. Após a chegada de João Paulo, que inclusive participou do amistoso contra o Veranópolis, Nicolas passou a treinar entre os reservas.

Além da saída de Nicolas, Túlio Renan e Daniel Cruz também passaram a atuar em posições diferentes em relação ao começo da pré-temporada. Daniel voltou a ser atacante de lado, pela direita, e Túlio Renan vem atuando nas últimas atividades pelo lado esquerdo do campo, exatamente onde ficava Nicolas.

– É uma briga boa, sadia. Falei para o professor (Luiz Carlos Winck) que ali na frente não tenho posição fixa. Posso jogar na esquerda, na direita e também centralizado. O que ele optar vamos fazer. A entrada do João Paulo, taticamente muda bastante, mas para o time em si é importante ter variações – comenta Túlio Renan.

Para o velocista, o time está em constante evolução, praticamente pronto para a estreia, dia 17 de janeiro, diante do Novo Hamburgo, no Centenário.

– Evoluiu muito em grupo. Fizemos três bons testes. Acredito que estamos acertando aos poucos e faremos um bom campeonato. O Campeonato Gaúcho é muito disputado. Quem errar menos vai sair com a vitória. Temos de aprimorar as finalizações para não deixar passar as oportunidades que tivermos no campeonato – projeta o atacante.

Para começar bem em 2018, nada de exagero na folga da virada do ano. O time grená terá folga sábado e só retorna na próxima quarta-feira. Túlio Renan garante que vale o sacrifício de não conseguir ir para casa ver a família. 

– Quando chegamos já nos falaram sobre essa programação. Alguns foram para casa, compraram as passagens antes. Eu não fui. É um sacrifício – avalia o jogador, que no Natal também ficou em Caxias do Sul.

 
 
 
 
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