Maurício Grezzana deixa a presidência do Caxias após dois anos - Esportes - Pioneiro

Mudança grená04/09/2017 | 09h00Atualizada em 04/09/2017 | 15h29

Maurício Grezzana deixa a presidência do Caxias após dois anos

Roberto Delazzeri deve ser confirmado pelo Conselho Deliberativo como novo mandatário do clube

Maurício Grezzana deixa a presidência do Caxias após dois anos Felipe Nyland/Agencia RBS
Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

Um dia que começa a definir o futuro do Caxias. Na noite de hoje, o Conselho Deliberativo grená se reúne, a partir das 19h, no encontro em que o presidente Maurício Grezzana pedirá desligamento do cargo. Junto com ele, o vice-presidente Jairo Antunes também sairá. O outro vice, André Randon, deve permanecer. O nome que os conselheiros devem confirmar para comandar o clube é o do empresário Roberto Delazzeri.

Grezzana assumiu o clube em novembro de 2015, após o rebaixamento do time para a Série D. A herança da administração de Nelson Rech Filho ainda incluía uma Divisão de Acesso, que o time jogou e conquistou em 2016. Na quarta divisão do Brasileiro, o Caxias não conseguiu o acesso, e por isso ficou sem calendário nacional depois de mais de 20 anos. Grezzana explicou o motivo da saída:

— Vamos sair da parte de cargos, mas nossa ideia é continuar auxiliando. O Jairo e eu vamos dar um tempo maior e nos dedicar à nossa área, que é a construção civil.

Esse ano, o time chegou às semifinais do Gauchão, surpreendendo muitos que não acreditavam na equipe grená no retorno à elite estadual. Grezzana deixa o Caxias garantido na Série D e na Copa do Brasil de 2018, e com um legado de aproximação com o torcedor. Mesmo sem jogos do time profissional e com o Estádio Centenário utilizado basicamente pelas categorias de base, o clube tem arrecadado cerca de R$ 90 mil por mês.

A eleição para escolha do novo presidente deveria acontecer somente em novembro, mas as saídas antecipadas de Grezzana e Antunes mudaram a programação. Na espécie de eleição de hoje, Delazzeri deve assumir um mandato ¿tampão¿, de dois meses, para ser efetivado em novembro. O atual presidente diz que nesse primeiro momento não terá condições de assumir responsabilidades na gestão de Delazzeri:

— Já me convidaram e eu já neguei. Não tenho como assumir nada agora. Foram dois anos e eu tentei me dedicar ao máximo. Agora preciso deu um tempo maior para me dedicar aos negócios.

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