Técnico do Paraná, Lisca reencontra o Juventude quatro anos após comandar acesso alviverde à Série C - Esportes - Pioneiro

Velhos conhecidos24/08/2017 | 20h19Atualizada em 24/08/2017 | 20h50

Técnico do Paraná, Lisca reencontra o Juventude quatro anos após comandar acesso alviverde à Série C

Esta será a primeira vez em que o treinador enfrentará o Ju desde a sua saída em 2013

Técnico do Paraná, Lisca reencontra o Juventude quatro anos após comandar acesso alviverde à Série C Guilherme Artigas/Estadão Conteúdo
Desde que deixou o Ju, em 2013, Lisca jamais enfrentou seu ex-clube Foto: Guilherme Artigas / Estadão Conteúdo

Um jogo que marca um reencontro histórico para o Juventude e para Lisca. Nesta sexta-feira à noite, quando a equipe alviverde enfrentar o Paraná, às 20h30min, na Vila Capanema, marcará o primeiro encontro entre o clube e o treinador que o levou de volta à Série C. 

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O Pioneiro conversou com o comandante paranista, que guarda com carinho a passagem por Caxias do Sul. Confira os principais trechos:

Lisca e Ju na B
— É muito legal e gratificante encontrar o Juventude em uma Série B. Estávamos sem série quando cheguei em 2012. Ganhamos a Copa Hélio Dourado e conseguimos situações bem legais. Quis treinar o Juventude desde o início da carreira. É um sentimento diferente de disputa sadia, de alto nível. É um jogo bem prazeroso para mim.

Chegada no Paraná
— Cheguei aqui e encaixamos resultados importantes. Nas últimas sete rodadas, conseguimos cinco vitórias. Crescemos muito. Estamos com 70% de aproveitamento nesse período e isso nos dá condições de sonhar em brigar no grupo de cima. 

O que sabe do Juventude?
— Tudo. Estou acompanhando desde o primeiro jogo do ano, antes do Gilmar. Sempre acompanho, independentemente se for jogar contra ou não. É um clube que, quando está jogando, estou acompanhando. Quando posso, acompanho o dia-a-dia, leio e escuto vocês da imprensa, tenho muitos amigos na cidade e dentro do clube.

Retomada no Paraná
— No Inter foi muito mais uma convocação. Todo mundo sabe meu histórico lá. Sabia que era muito difícil por uma série de situações extracampo e de campo também. Foi uma experiência muito grande de amadurecimento e de vivência numa situação totalmente adversa. A retomada sempre é importante. Confesso que recebi vários convites. Estadual não era meu objetivo fazer, precisava dar uma parada, uma respirada. O Paraná é um time novo, com investimento baixo, mas com muita gente querendo crescer. O clube tem uma estrutura legal e uma política pés no chão. Me engajei bem no projeto. Não era o time que tinha minha cara, era eu que tinha a cara do time, que quer crescer, quer trabalhar, e estamos valorizando bem a oportunidade. Curitiba é uma cidade legal, lembra muito Caxias. Então, estou bem feliz.

 
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