Sem holofotes, volante Fahel tem papel decisivo na boa campanha do Juventude na competição - Esportes - Pioneiro

Série B22/07/2017 | 06h05Atualizada em 22/07/2017 | 06h05

Sem holofotes, volante Fahel tem papel decisivo na boa campanha do Juventude na competição

Experiente jogador é uma das principais peças da equipe, que encara o Oeste neste sábado

Sem holofotes, volante Fahel tem papel decisivo na boa campanha do Juventude na competição Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Fahel é o capitão do time de Gilmar Dal Pozzo Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

Camisa 5 discreto, mas que cumpre com uma função tática defensiva e dá boa consistência ao setor. Um líder dentro de campo e que incorporou o DNA do Juventude. Sem muitos holofotes, o volante Fahel é uma das principais peças da equipe do técnico Gilmar Dal Pozzo, que enfrenta o Oeste neste sábado, às 19h, na Arena Barueri, no interior de São Paulo, pela Série B.

– Taticamente ele é muito importante. Cumpre bem no 4-1-4-1. Ele também representa muito bem o Juventude. Junto com o Wanderson são jogadores muito importantes dentro do vestiário e em campo. Por vezes, passa desapercebido para o torcedor, porque ele não aparece muito. Não verá o Fahel fazendo gol ou um passe de 70 metros, mas ele vai dar volume para a equipe e consistência defensiva – define Dal Pozzo.

Alguns números apontados pelo site Footstats podem comprovar bem o que diz o treinador. Por ser um volante de marcação, Fahel só levou um cartão amarelo em 15 rodadas. E de fato ele não aparece muito ofensivamente: tem apenas duas finalizações e uma assistência. Mas sua principal função é tática. É dos seus pés que começam boa parte das jogadas alviverdes. Mesmo sem dar lançamentos, ele já computou 384 passes corretos. Um número expressivo quando comparado à quantidade de erros neste fundamento: 37. 

– Eu me cobro muito. Posso acertar 100 passes, mas se errar um, me cobro muito por isso. Sou o jogador do meio de campo que começa a jogada e quanto menos você errar, a equipe vai ter mais posse de bola e construir a jogada com mais qualidade. Vai ter jogo que a gente erra um pouco mais, mas sempre trabalhando para acertar o máximo possível – diz Fahel.

No outro quesito listado pelo treinador, a liderança, é hora de assumir a bronca. Em uma fase que o time oscilou em apresentações e empatou a primeira em casa, aparece com outra das suas designações: não deixar o time se abalar.– Todas as equipes vão oscilar. No momento, com essa dificuldade de vencer, não podemos deixar o grupo baixar a cabeça. Isso que eu procuro fazer. Aí aparece também a força dos jogadores, em tentar retomar o mais rápido possível as vitórias – analisa o capitão.E para vencer, só tem um jeito: surpreender os adversários. 

– Todos os jogos a partir de agora serão mais difíceis. As equipes estão mais organizadas. Elas vêm nos estudando bastante. Vamos encontrar mais dificuldades dentro e fora de casa. Temos que criar alguns fatos novos para surpreender e minimizar os erros. Quanto menos errarmos, maior será a possibilidade de sair com a vitória – alerta Fahel.                    

 
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