Winck não descarta trocar peças no Caxias para ter mais volume de jogo contra o Inter - Esportes - Pioneiro

Gauchão 201718/04/2017 | 20h28Atualizada em 19/04/2017 | 15h21

Winck não descarta trocar peças no Caxias para ter mais volume de jogo contra o Inter

Para partida decisiva, treinador ainda busca criar novas jogadas ofensivas para atacar o rival

Winck não descarta trocar peças no Caxias para ter mais volume de jogo contra o Inter Felipe Nyland/Agencia RBS
Winck analisa as possibilidades para ter um time mais ofensivo no domingo Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

A semana do Caxias começou com cobranças do técnico Luiz Carlos Winck com seus jogadores. Muitas situações do primeiro jogo da semifinal precisam de correções. O gol do Internacional foi justamente em uma jogada muito trabalhada por ele na semana passada e alertada durante a palestra antes da partida. 

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Para o jogo decisivo de domingo, às 16h, no Estádio Centenário, onde a equipe grená precisa vencer o Inter, Winck não descarta substituições.

— Muitas vezes treinamos algumas situações e acaba não acontecendo no jogo. Faz parte do futebol. Temos que insistir e se não der certo de uma maneira, criar outra. Vamos ver o que é melhor para esse jogo de domingo. Pode-se mexer em alguma peça onde entendermos que é possível ganhar mais volume de jogo. Vamos trabalhar essa semana e definir a equipe na sexta-feira — afirma Winck.

Duas alterações em relação ao time que iniciou a partida do último sábado são certas. O zagueiro Geninho será o lateral-esquerdo, onde vem rendendo mais. Jean volta de suspensão e formará a zaga com Edson Borges. No treino desta terça, Winck não acenou com nenhuma outra substituição. Apenas um trabalho de campo reduzido com muita velocidade e infiltrações.

— Precisamos de mais mobilidade, de trocas. Muitas vezes estamos estáticos e aceitando muito a marcação do adversário — avalia o treinador.

No segundo jogo, ele espera que a equipe tenha outra postura. Principalmente por estar dentro do Estádio Centenário.

— Com o nosso torcedor presente, a equipe se sente mais segura jogando em casa. O Inter é uma equipe forte, um clube grande e que merece nosso respeito, mas não podemos temer dentro do Centenário. Vamos procurar vencer o jogo — avisa Winck.

 
 

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