Torcidas da dupla Ca-Ju protagonizaram belo espetáculo dentro e fora do Alfredo Jaconi - Esportes - Pioneiro

Ca-Ju 28202/04/2017 | 20h03Atualizada em 02/04/2017 | 20h03

Torcidas da dupla Ca-Ju protagonizaram belo espetáculo dentro e fora do Alfredo Jaconi

Nenhuma confusão foi registrada no entorno ou nas arquibancadas

Torcidas da dupla Ca-Ju protagonizaram belo espetáculo dentro e fora do Alfredo Jaconi Felipe Nyland/Agencia RBS
Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

Com a manhã ensolarada e a temperatura agradável, ficou praticamente impossível deixar de ir ao Alfredo Jaconi para assistir ao Ca-Ju 282. Independentemente do resultado, o que se viu foi uma festa que reuniu pessoas de todas as idades para torcer pelo seu time do coração. E o melhor: sem qualquer confusão fora das quatro linhas.

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Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

Teve quem chegou bem cedo para entrar no clima do clássico. Cerca de três horas antes do jogo, uma turma de grenás bem animados montou acampamento próximo ao acesso da torcida visitante e fez um aquece regado a cerveja e tábua de frios para abrir o apetite pelos gols. 

Conhecido por A Tenda, em razão da estrutura que serve de abrigo para os fanáticos torcedores, o grupo de aproximadamente 30 pessoas é presença garantida nos jogos do Caxias. Um dos ¿presidentes¿ da turma, Guilherme Mariani, 36 anos, conta que o cardápio varia a cada partida e que em jogos anteriores já teve hambúrguer e costelão.

– Ir ao estádio é a melhor coisa do mundo – resume o representante comercial Roberto Delazzeri Filho, 24.

Embora prefira os jogos à tarde, Fernando Silveira também foi cedo ao Jaconi.

– Para quem é torcedor, não tem horário – completou.

O representante comercial de 50 anos reuniu a filha, Vitória, 20, e os amigos de fé para vibrar com a vitória grená. O placar não foi o 2 a 1 que o pequeno Arthur Costa Forlin, seis anos, apostava, mas mesmo assim fez a alegria da turma.

Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

– É um prazer trazê-lo comigo e fazê-lo gostar do Caxias – disse o autônomo Rodrigo Forlin, 40, pai de Arthur.Eduardo Vargas Bolsanella, 23, era dos mais confiantes. Antes do clássico, apostava na vitória de 2 a 0. Sobre o horário da partida, sobrou até uma corneta, que veio a se concretizar:

– Dá para ganhar do Juventude e comemorar no resto do dia.

Do lado alviverde, frustração

Embora o placar acabaria se revelando amargo para o Juventude, Libamar Fabiano Bellaver, mantinha a confiança. Aos 42 anos, torce para o time da Rua Hércules Galló desde os 11, quando vinha de Farroupilha com o pai, gremista, para os jogos.

– Quando o Juventude jogava com o Grêmio, cada um vinha com sua camisa e nos separávamos na hora de entrar para só nos reencontrarmos no final – lembra.

Quando descobriu que o estádio ficava perto da rodoviária, Bellaver passou a vir sozinho para as partidas. Neste domingo, trouxe a mulher, Delis Pirolli, 37, e o filho, Gabriel, de sete anos. Detalhe: o pequeno é fã do goleiro Elias, que foi emprestado em dezembro por um ano à Chapecoense, após o acidente aéreo com a equipe catarinense.

Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

Francine Frizzo, 27, Graziele Albechi, 35 e Milena Sauzen, 12, também estavam esperançosas com a vitória do Juventude. Antes do jogo, acompanhavam a movimentação em uma calçada da Hércules Galló. Foram ao Jaconi em um grupo de aproximadamente 15 pessoas, entre amigos e familiares.

– A gente aproveita para rever amigos, interagir. É um momento de encontrar quem a gente não vê há algum tempo – disse Francine.

 
 

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