Caxias reclama de pênalti não assinalado na primeira etapa - Esportes - Pioneiro

Gauchão 201715/04/2017 | 22h39Atualizada em 15/04/2017 | 22h39

Caxias reclama de pênalti não assinalado na primeira etapa

Roberson interceptou cruzamento com a mão e Roger Goulart não assinalou infração

Caxias reclama de pênalti não assinalado na primeira etapa Porthus Junior/Agencia RBS
Arbitragem de Roger Goulart é contestada pelo Caxias Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

A grande reclamação do Caxias ao término da derrota para o Inter, por 1 a 0, pela semifinal do Gauchão, foi sobre um pênalti não assinalado pelo árbitro Roger Goulart. O lance foi no final da primeira etapa. O atacante colorado deu um carrinho e interceptou um cruzamento grená com a mão. A arbitragem deu apenas escanteio.

- Tem horas que irrita um pouco.Teve o lance do Roberson, em que ele interceptou a entrada de bola com a mão. Então é pênalti! No meu entender é pênalti - protestou o técnico grená Luiz Carlos Winck.

O treinador grená também contestou o cartão amarelo a Marcelo Pitol. Ele levou o terceiro na segunda fase e está suspenso para o jogo da volta, no próximo domingo. Para Winck, o goleiro estava sentindo dores e não tentou parar a partida. Goulart deu o cartão por cera.

O diretor de futebol, José Caetano Setti, se diz de mãos atadas sobre as escolhas da arbitragem em jogos do Caxias. Ele lembrou que Goulart já havia errado na partida entre Inter e São José, na primeira fase. Naquela oportunidade, o árbitro também não assinalou um pênalti claro para o time do Zequinha.

- Não adianta ficar atento (sobre a escolha do árbitro para o jogo da volta). Se os caras conseguiram colocar na semifinal os dois árbitros que deram problemas e foram afastados (Diego Real errou contra o Inter, na primeira fase, e apitará Grêmio e Novo Hamburgo). Não tem cabimento. Tem o pênalti que precisa ser falado, aliás o Caxias vem no terceiro jogo seguido sendo prejudicado. Mas o D¿Alessandro foi um pouco pior, porque também apitou o jogo. De novo - diz Setti.

Sobre o resultado, foi consenso que o Caxias esteve abaixo no primeiro tempo. O fato de Edenilson não ter jogado no time rival mexeu com a estratégia adotada pela equipe. No entanto, sofrer gol em bola aérea, especialidade da defesa grená, foi o que mais abalou o time.

- Treinamos a semana inteira sabendo que o lado direito do Inter teria mais jogadores. Tentamos anular aquele lado, tanto que as principais jogadas deles foram pela esquerda. É normal aqui dentro tomar um sufoco e suportamos bem. Saímos tristes pelo gol, da forma como foi, sendo que poderíamos ter saído com o empate - avaliou o capitão Edson Borges.

A equipe grená se reapresenta na segunda-feira para iniciar a preparação para o jogo da volta.

 
 

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