Luiz Carlos Winck vive primeiro grande clássico como treinador comandando o Caxias - Esportes - Pioneiro

Ca-Ju 28118/03/2017 | 07h02Atualizada em 18/03/2017 | 07h02

Luiz Carlos Winck vive primeiro grande clássico como treinador comandando o Caxias

Treinador tem experiências como jogador, mas nunca comandou um clube em grandes rivalidades

Luiz Carlos Winck vive primeiro grande clássico como treinador comandando o Caxias Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Depois de jogar grandes clássicos como jogador, Winck terá o seu primeiro como treinador Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

Aos 54 anos, o técnico do Caxias, Luiz Carlos Winck, tem experiência em clássicos. Principalmente naqueles que são considerados os maiores do país. Como lateral-direito, atuou em Gre-Nal, Corinthians e Palmeiras, Flamengo e Vasco, Atlético-MG e Cruzeiro. Este currículo mostra que bagagem não falta. A questão é que, como treinador, o Ca-Ju 281 deste sábado será o primeiro clássico de peso da sua carreira. Mas os conceitos vivenciados como jogador ajudam ao ver o jogo de fora. 

— O clássico, muitas vezes, se decide na busca pelo melhor, na pegada, em ter um time muito aguerrido. É dessa maneira que se vence. Pode ter um favorito, que hoje seria o Juventude por estar na Série B, mas nunca em clássico o favorito acaba vencendo o jogo. Nós temos que procurar dentro de campo ter um grande jogo e fazer se respeitar o Caxias como instituição, que sempre teve uma tradição muito grande — afirma o treinador grená. 

Outra mudança drástica na vida de qualquer ex-jogador que escolhe a profissão de técnico é o fim do protagonismo. Agora, Winck será um coadjuvante.

— Como treinador, trabalhamos durante a semana e, na hora do jogo, acabamos torcendo para que se tenha uma grande partida. Tentando participar o máximo possível, claro, chamando a atenção dos atletas, mas sem estar lá dentro — pondera ele.

Como comandante da equipe, o ex-lateral não tem mais a responsabilidade de marcar ou chegar ao ataque com qualidade. Entretanto, terá que selecionar quem fará isso. Pressões externas, numa semana de clássico, sempre existirão, mas não interferem. No fim, torcedor e treinador querem ver o mesmo do Caxias dentro do Jaconi.

— Queremos uma equipe bem forte para esse jogo. Como foi nos outros, mas sem errar como erramos em algumas situações e que deixaram o adversário ganhar — avisa Winck.

O foco é outro. Da lateral à casamata, a responsabilidade é diferente e maior na segunda. No fim, o resultado pesará mais sobre o trabalho do treinador. O que não muda para todos que estarão no estádio alviverde é o desejo por um grande espetáculo.

— O Ca-Ju é um dos grandes clássicos estaduais. É importante para as duas equipes. Vamos esperar que se tenha um grande jogo, um bom espetáculo e que vença o melhor — finaliza o treinador.

 
 

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