Cacalo: "Foi a vez da pimenta" - Esportes - Pioneiro

Paixão Tricolor14/03/2017 | 08h00Atualizada em 14/03/2017 | 08h00

Cacalo: "Foi a vez da pimenta"

Cacalo: "Foi a vez da pimenta" Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

Definitivamente, o lado curioso e interessante do futebol são as polêmicas depois de cada rodada. Impressionante a reação do dirigente colorado depois da derrota para o Juventude, declarando sob suspeição o glorioso Gauchão. E me furto em analisar se estava certo ou errada, porque somente quem sente na pele é capaz de promover a atitude que entende a mais correta.

Não tenho nenhuma dúvida que inexistiu o pênalti marcado contra o Inter, aos 90 minutos. Mas, não tenho dúvida também que o árbitro teve plena convicção e certeza que foi pênalti, tanto que não titubeou ao marcá-lo. O diálogo havido após, não me sinto em condições de opinar, ao contrário de muitos que chegaram a conclusões baseadas nas declarações de jogadores do Inter, interessados diretamente na decisão.

Nenhum dos participantes do tal diálogo até agora se manifestaram. Como podem num assunto tão sério acharem que foi dito isso ou aquilo? E porque, no pênalti legítimo não marcado para o Juventude os tais auxiliares não correram em direção ao árbitro para dizerem que havia sido pênalti ? Sem resposta.

Entendo a queixa

Assim, todos entenderão quando questiono o pênalti não marcado do Paulão no Gre-Nal. Ainda o pênalti inexistente marcado para o Cruzeiro contra o Grêmio. Às vezes, temos pimenta e outras colírio. Foi o que se viu. Mas, ao final, entendo a queixa da direção colorada. Foi a vez da pimenta.

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*Diário Gaúcho


 
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