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20 anos depois08/07/2016 | 06h10Atualizada em 08/07/2016 | 16h45

Ex-atleta olímpico, Jean Labatut é um dos destaques entre os condutores da tocha em Caxias

Após participar dos Jogos de Atlanta no Tiro Esportivo, caxiense participa de evento nesta sexta-feira

Ex-atleta olímpico, Jean Labatut é um dos destaques entre os condutores da tocha em Caxias Jonas Ramos/Agencia RBS
Caxiense participou da Olimpíada de 1996 Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS

Jean Labatut está a poucos dias de comemorar 20 anos da sua participação em Jogos Olímpicos. Foi no dia 20 de julho, às 8h30min, que o caxiense estreava nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996. Na oportunidade, ele foi o único brasileiro classificado nas 15 provas do tiro esportivo. Ele competiu na Fossa Olímpica. 

O presente de comemoração desta data será nesta sexta-feira. Labatut é um dos condutores da chama olímpica pelas ruas de Caxias do Sul.

— É o fechamento de um ciclo. Já são 20 anos que se passaram. Fico muito feliz e orgulhoso de terem me lembrado neste momento. Para mim, minha família e amigos é muito especial — afirma Labatut.

E conduzir a tocha, no revezamento em casa, remete às lembranças do passado. A realização de um sonho muito grande e que foi fruto de muito esforço. Na preparação para chegar aos Jogos, foram 10 anos de dedicação ao esporte e muitas situações abdicadas para conquistar o objetivo.

O período em Atlanta também é de muitas recordações. Foi nos Estados Unidos, mais precisamente na parte internacional da Vila Olímpica, que o caxiense conheceu a lenda do esporte mundial Muhammad Ali. E o clima vivido naqueles dias também está presente na memória.

— O que eu posso dizer é que todos eram iguais. Independentemente se você é uma estrela do esporte ou se é um simples atirador. Todos se nivelavam. Na verdade é uma celebração com uma competição no meio. A vibração e a energia sempre foram muito boas e que ficam para o resto da vida — recorda Labatut.

E 20 anos depois, a sua história junto ao esporte vai ser concluída em grande estilo. Não só para Labatut, mas para as pessoas mais próximas.

— Esse é o momento que a gente pode definir como o fechamento de toda uma história pessoal. Sempre valorizei muito o seio familiar, meus amigos, os pais, minha esposa e meu filho Gabriel. No fim, o que sobra são essas recordações — afirma.

 
 
 
 
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