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Dono do campinho31/01/2015 | 06h11

Eduardinho lidera o Veranópolis pelo sétimo ano consecutivo no Gauchão

VEC estreia no campeonato diante do Cruzeiro, neste domingo, às 18h, em Gravataí

Eduardinho lidera o Veranópolis pelo sétimo ano consecutivo no Gauchão Jonas Ramos/Agencia RBS
Eduardinho pode atuar como volante ou meia do VEC Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS
Talvez não haja no Gauchão um jogador tão identificado com um clube como Eduardo Flores Gomes, o Eduardinho, aquele meio-campista franzino, com cabelos de trancinhas, talentoso e que costuma estar em todos os lugares do campo como se fosse um avatar. A história do jogador de 31 anos e a do Veranópolis quase se confundem no Gauchão. O VEC de Eduardinho estreia contra o Cruzeiro neste domingo, às 18h, no Vieirão, em Gravataí. 

Quando alguém cita uma grande campanha do Pentacolor, lá está Eduardinho entre os destaques do time. O camisa 7 vai para o oitavo ano consecutivo no Antônio David Farina.

— O respeito e o carinho pelas pessoas que comandam o Veranópolis e o vínculo de amizade que se criou são os motivos de eu estar aqui no clube há anos. Meu filho Cauã se criou aqui, minha mulher Fernanda gosta muito também. Quando eu saio depois do Gauchão, deixo mais ou menos a volta acertada. A estrutura é simples, mas é a melhor de coração — diz o volante, meia e até atacante.

Formado nas categorias de base do Caxias, Eduardinho também atuou na Serra pelo Brasil-Fa. A cada bom Gauchão disputado pelo Veranópolis no primeiro semestre, ele recebe propostas para jogar o segundo em outros cantos do Brasil, como Lucas do Rio Verde (MT), Santo André (SP) e Marabá (PA). É só chegar dezembro que o destino se encarrega de marcar a volta para casa.

— Quando vai começar a formação do grupo, ele já está esperando a nossa ligação e nós já contando com ele. É o primeiro nome da lista, é o primeiro jogador a ser contratado. Ele sempre diz: "no Gauchão, eu jogo pelo Veranópolis" — revela o gerente de futebol Ademir Bertoglio.

E não precisa nem cinco minutos para fechar o acordo.

— Não tem muita negociação, eles sempre me valorizam dentro das limitações do clube. As coisas que eu consegui conquistar, como a minha casa e meu carrinho, devo muito ao Veranópolis — conta o motorzinho do VEC, como o técnico Julinho Camargo costuma destacá-lo.

Desde o final de 2008, do primeiro Gauchão em 2009, passando pelo mágico 2012 e até o susto de 2013, Eduardinho guarda todos os sentimentos, sejam eles bons ou ruins:

— Todos os anos foram importantes. Em 2012, eu joguei com o maxilar quebrado, fomos campeões do Interior e ainda fui escolhido para a seleção do Gauchão. De 2008 até hoje eu venho passando bons momentos. Em 2013, no primeiro turno, foi um momento difícil porque a gente estava na zona de rebaixamento, mas aí chegou o Julinho...

Eduardinho está com justiça na galeria dos maiores jogadores dos 21 anos do clube na primeira divisão gaúcha. Afinal, algum outro já concorreu a craque do Gauchão como ele em 2012? 

— É. Posso dizer que me considero um dos principais jogadores da história do VEC.
 
 
 
 
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