Presidente do Ferroviário de Nova Pádua critica Pradense e diz que não houve ofensas racistas em jogo - Esportes - Pioneiro

Versão mobile

 
 

Futebol amador04/05/2014 | 21h27

Presidente do Ferroviário de Nova Pádua critica Pradense e diz que não houve ofensas racistas em jogo

Darci Lusa afirma que seria o primeiro a abominar o racismo

O presidente do Ferroviário de Nova Pádua, Darci Lusa, contesta a versão do técnico e dirigente do Ipê/Pradense para o encerramento do jogo entre os dois times neste domingo, em Nova Pádua, pela Copa Libertadores do Nordeste de futebol amador. Segundo Lusa, não houve ofensas racistas de dirigentes ou torcedores.

— Eu seria o primeiro a abominar isso. O árbitro encerrou o jogo porque o adversário não voltou, não queria perder de novo. Nossa torcida estava do outro lado. O árbitro foi xingado por essas coisas do futebol, mas não por racismo. E não houve xingamentos racistas contra jogadores do Pradense — afirma Darci Lusa, presidente do Ferroviário.

A queixa de racismo foi feita pelo dirigente e técnico do Ipê/Pradense, Samuel Rodrigues. No momento em que decidiu deixar o gramado, o Pradense perdia por 1 a 0. Darci Lusa critica o adversário e diz que não há motivo para essa discriminação:

— Temos jogadores negros e brancos no nosso time, não há distinção. Temos vários ex-jogadores profissionais e por isso os outros times temem o Ferroviário. Eles não voltaram ao jogo por outro motivo. É só olharem a súmula do árbitro. Ele não colocou nada de racismo.

 
 
 
 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros