É decisão03/03/2013 | 09h01

Luiz Carlos Winck quer ver o Esportivo confiante na semifinal: "Precisamos jogar com alegria, sem medo de errar"

Equipe de Bento enfrenta o Inter neste domingo, às 16h, no Estádio Centenário

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Luiz Carlos Winck quer ver o Esportivo confiante na semifinal: "Precisamos jogar com alegria, sem medo de errar" Daniela Xu/ Agência RBS/
Winck reencontrará Dunga, com o qual atuou pelo próprio Inter, na década de 80 Foto: Daniela Xu/ Agência RBS
O duelo deste domingo, às 16h, no Estádio Centenário, marcará um reencontro entre os técnicos de Esportivo e Inter. Luiz Carlos Winck e Dunga iniciaram juntos a carreira no clube colorado e desde então mantém uma amizade.

Muitos anos se passaram e os dois serão rivais na disputa por uma vaga na decisão da Taça Piratini. Aos 50 anos, Winck iniciou o trabalho como técnico antes de Dunga. Porém, foi no último ano que conquistou maior destaque, especialmente no Estado, ao vencer a Divisão de Acesso pelo Esportivo. O reencontro com o ex-companheiro é uma espécie de coroação pelo trabalho desenvolvido nas últimas duas temporadas.

— Cada um teu seu estilo. O Dunga tem uma linha mais tradicional. Eu gosto mais de atletas com versatilidade. Somos amigos, mas dentro de campo a história é diferente. O principal que podemos ter em comum é a cobrança quanto a disciplina — destaca Winck.

Em Bento Gonçalves, Winck está aliviado. Depois de ver a equipe tropeçar nas primeiras rodadas da Taça Piratini e ter seu cargo ameaçado, ele reverteu a situação a ponto de colocar o grupo alviazul nas semifinais do primeiro turno. O rival na decisão coloca o seu time na situação de franco-atirador.

— O jogo para nós é uma decisão de Copa do Mundo. Para eles, pode ser uma partida a mais no campeonato. Com certeza, o nível de concentração deles não será o mesmo de um Gre-Nal. Temos que aproveitar qualquer vacilo — comenta Winck, lembrando o que vivia no time colorado ao enfrentar as equipes menores.

No reencontro entre dois ex-jogadores da Seleção Brasileira, a cordialidade estará apenas fora de campo. Pelo que apresentaram dentro das quatro linhas, Winck e Dunga vão mandar a campo times com marcação forte, personalidade e com muita disciplina tática. Se o ex-volante está no grande time e joga com o favoritismo, o ex-lateral-direito sabe como sua equipe deve se portar para poder surpreender:

— Precisamos jogar com alegria, sem medo de errar.

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