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Boa fase27/03/2013 | 07h03

Apelidado de Seu Madruga pelos companheiros, Diogo Oliveira é o maestro do invicto Juventude

Camisa 10 está em alta e quer passar pelo São Luiz nesta quarta-feira

Apelidado de Seu Madruga pelos companheiros, Diogo Oliveira é o maestro do invicto Juventude  Porthus Junior, Agência RBS/
"Eu estava precisando do algo a mais para voltar a jogar o futebol que sempre joguei" disse Diogo Foto: Porthus Junior, Agência RBS
Rodrigo Chernhak, especial

rodrigo.chernhak@pioneiro.com

O Juventude encara nesta quarta-feira, às 20h, o São Luiz, no Estádio 19 de Outubro, em Ijuí, disposto a manter a invencibilidade na Taça Farroupilha. Se vencer, alcança a quarta vitória seguida e, de quebra, a vaga virtual às quartas de final. Conquistando os três pontos, chega a 12 e abre nove de vantagem para o quinto colocado.

As expectativas para mais uma apresentação convincente recaem, principalmente, nos ombros de Diogo Oliveira. O meia de 31 anos está em alta e vê o seu protagonismo crescer a cada jogo. Dos sete gols marcados pelo time no segundo turno, dois tiveram a assistência do camisa 10 e um teve a sua assinatura, diante do São José, no último domingo.

— Vejo esta boa fase com muita alegria, eu estava precisando do algo a mais para voltar a jogar o futebol que sempre joguei. Fico feliz por estar fazendo bons jogos, mas quero melhorar, não vou parar por aqui — avisa.

Diogo Oliveira foi apelidado de Seu Madruga pelos companheiros, graças à semelhança com o personagem do seriado humorístico mexicano Chaves, exibido no Brasil pelo SBT. Nos programas, Seu Madruga é um desempregado que vive de aluguel, mas nunca paga o que deve ao Seu Barriga, dono da vila onde os personagens moram.

Rabugento, cunhou bordões como "Que que foi, que que foi, que que há?". Porém, o jogador avisa que as semelhanças entre os dois ficam somente na fisionomia. Chato, agressivo e incômodo, só se for para os marcadores que tentar parar seus dribles e deter sua visão de jogo acentuada.

— O curioso é que eu sempre recebi esse apelido nos clubes que passei. Eu levo na boa, é uma brincadeira sadia. É pela fisionomia né, a alegria faz parte, deixa o nosso ambiente bom, mas se for pra incomodar alguém que seja o nosso adversário. Cabe somente a nós mantermos a regularidade da equipe — aponta o meia.

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