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Caxias do Sul Basquete04/11/2015 | 10h24

Do restaurante para a quadra: Dida comemora a estreia caxiense no NBB

Equipe do pivô de 1m98cm encara o Brasília, nesta quarta-feira, às 20h05min, no Vascão

Do restaurante para a quadra: Dida comemora a estreia caxiense no NBB Felipe Nyland/Agencia RBS
Irreverente fora da quadra, Dida aposta na garra e superação da equipe para chegar forte no NBB Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

Gastronomia e esporte combinam. Pelo menos na vida dele. Durante o trabalho como administrador do restaurante da família, ele é Rodolfo Cesar Bellato, o cara das finanças. Nas quadras, ele é o pivô Dida, o cara que há 15 anos vivencia intensamente o basquete.

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Após quase uma década defendendo o Caxias do Sul Basquete, o jogador de 1m98cm e 30 anos tem um desafio e tanto a partir de hoje. Pode até começar como um dia normal, com as compras para o Beth Bellato Gourmet e a correria até o final do almoço, por volta das 14h. Só que à noite, ele estará em quadra para a estreia da equipe no NBB 8, contra o Brasília, às 20h05min.

— É um momento de orgulho. Eu que joguei em grandes clubes e tenho títulos nacionais, posso dizer: aqui o trabalho é muito sério. Isso dá uma credibilidade para o resto do país. O resultado é consequência. Nem começou o NBB e as pessoas já respeitam a estrutura que o Caxias tem — avalia o atleta.

Natural de Maringá, Dida veio para Caxias do Sul com a família quando era adolescente. Se dividia entre a natação, o futebol e o basquete. Os pais eram ecônomos do restaurante da sede social do Recreio da Juventude e, além do esporte, a gastronomia sempre foi algo muito presente.

No RJ, Dida conheceu o técnico Rodrigo Barbosa antes de se transferir para o Flamengo, no Rio de Janeiro. Por lá, de 2000 a 2004, vivenciou a realidade de um grande clube e atuou contra os principais jogadores do país. Foi vice-campeão brasileiro no último ano. Já em 2005, atuou por outro carioca, o Telemar, que conquistou o título nacional com um time recheado de estrelas como Demétrius, hoje técnico do Bauru, Josuel, Ratto e Marcelinho Machado.

O retorno para Caxias do Sul, em 2006, coincidiu com a triste notícia da morte do pai, José Domingos, vítima de um câncer. Era o momento de ajudar a mãe. Além disso, havia a possibilidade de participar do início do projeto do Caxias ao lado de Barbosa. E essa parceria se manteve nos últimos 10 anos. Hoje, Dida é peça-chave na engrenagem da equipe, seja pelo aspecto técnico ou pela forma como auxilia quem chega de fora.

— Caxias do Sul tem esse negócio meio família. Quem é daqui mantém essa tradição italiana. Quem chega, quer ficar. Os caras de fora almoçam na minha casa. O meu maior orgulho é ver os caras top do Flamengo, que eu joguei junto, como o Marcelinho e o Marquinhos, falarem que são bem tratados aqui na Sul. Que aqui tem harmonia, tem respeito, que a cidade abraça — comenta Dida.

Chegou a hora de voltar a conviver com os grandes. Hoje, o prato principal de Dida não estará apenas no restaurante. É o dia de aproveitar o sabor do NBB.

Pioneiro

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