Pegue e leve e drive-thru serão permitidos no comércio não essencial durante bandeira vermelha - Economia - Pioneiro

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Coronavírus13/07/2020 | 19h35Atualizada em 13/07/2020 | 19h35

Pegue e leve e drive-thru serão permitidos no comércio não essencial durante bandeira vermelha

Lojas não poderão atender de forma presencial

Pegue e leve e drive-thru serão permitidos no comércio não essencial durante bandeira vermelha Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS
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A bandeira vermelha do Modelo de Distanciamento Controlado do Governo do Estado tem regras mais rígidas. Bares e restaurantes poderão trabalhar apenas com telentrega ou pegue e leve. A indústria tem autorização para trabalhar com apenas 50% do seu quadro de colaboradores. 

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A boa notícia para o comércio não essencial, atingido em cheio pela mudança de bandeira, já que não pode abrir as portas, é que será permitido o pegue e leve e o drive-thru para retirada de mercadorias. Os sistemas não eram possíveis até então na bandeira vermelha. Para o Sindilojas Caxias, a mudança no protocolo atenua, mas não resolve os prejuízos do comércio 

— As perdas para o comércio estão se acumulando e vamos cumprir a ordem do Estado. Esperamos que o comércio eletrônico dê fôlego para a sobrevivência do setor nesse período. Com a nova resolução, que é uma reivindicação nossa desde o início do modelo de Distanciamento Controlado, o cliente pode contar com a opção de comprar do comércio local com entrega facilitada, possibilitando que a economia não pare totalmente — destaca Idalice Manchini, presidente do Sindilojas. 

A Câmara de Dirigentes Lojistas  (CDL) de Caxias manifestou, por meio de nota, que recebeu com "extrema preocupação a alteração da bandeira laranja para a vermelha na Serra Gaúcha que, mais uma vez, acarretará no fechamento do comércio e na restrição de serviços."

Para o presidente da entidade, Renato Corso, a nova paralisação agravará ainda mais os impactos negativos na economia do município, colocando em risco a sobrevivência de empresas e, consequentemente, a manutenção de empregos, podendo gerar um colapso social.  "Mais uma paralisação poderá provocar uma série de fechamentos de empresas, especialmente as micro e pequenas, que precisam da venda diária para pagar suas contas, manter os funcionários e permanecer gerando renda para o município e para o próprio estado", declarou na nota. 

O comércio movimenta R$ 2,1 bilhões anualmente e representa 28% do Produto Interno Bruto de Caxias do Sul.

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