Artigo: Estudar e trabalhar fora do Brasil - Economia - Pioneiro

Vers?o mobile

 
 

+Serra26/08/2019 | 04h23Atualizada em 26/08/2019 | 04h23

Artigo: Estudar e trabalhar fora do Brasil

Leia a opinião de Lucile Pessin, empresária e uma das organizadoras do 7º Salão do Intercâmbio em Caxias do Sul

Artigo: Estudar e trabalhar fora do Brasil Luan Zuchi/
Foto: Luan Zuchi

Lucile Pessin, empresária e uma das organizadoras do 7º Salão do Intercâmbio em Caxias do Sul. 

Mesmo em tempos de crise é preciso buscar alternativas para alcançar os objetivos pessoais e profissionais. Para quem está planejando investir no futuro por meio de um intercâmbio, mas não dispõe de muitos recursos financeiros, uma boa saída tem sido procurar por países que aceitem estudo e trabalho (work and study). A Nova Zelândia, por exemplo, é uma opção e tem se tornado um destino muito procurado em Caxias do Sul, com cerca de 50% no aumento das vendas no último ano.

Leia mais artigos 

Essa possibilidade também contribuiu para o crescimento do mercado brasileiro de educação internacional no ano passado. Conforme aponta pesquisa Selo Belta 2019, encomendada pela Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta), o número de estudantes que têm embarcado para fazer intercâmbio subiu para 20,46%, em 2018, o que significa que atingiu 365 mil brasileiros.

Por sinal, do total que foi estudar no Exterior, 50,4 mil buscaram graduação, o que representa um aumento de 37,7% em relação a 2017 (36,6 mil). A graduação no Exterior subiu no ranking dos tipos de intercâmbio mais vendidos, saindo da 7ª posição (2016) para a 4ª (em 2018).

Assim como Nova Zelândia, países em alta para intercâmbio como Austrália, Canadá, Irlanda, Espanha permitem trabalhar e estudar. Já para quem está planejando há algum tempo um intercâmbio e dispensa a opção de trabalho, existem outras tantas excelentes opções para cursos de idioma, high school, universidades, cursos profissionalizantes para destinos como África do Sul, Inglaterra, Estados Unidos, Malta e Japão, tanto para adolescentes quanto para adultos e terceira idade.

Caxias do Sul, por sinal, destaca-se no quesito intercâmbio. Cerca de 600 pessoas por ano, das mais diversas idades, partem de Caxias do Sul rumo a um intercâmbio em outro país. Muito desse bom resultado foi estimulado a partir de 2013 por cinco agências de intercâmbio da cidade, que se uniram e criaram o Salão do Intercâmbio. CI, Experimento, IE, World Study e Intercultural criaram um evento único do segmento na Serra Gaúcha e que reúne, anualmente, mais de 20 empresas dispostas a esclarecer as mais diversas dúvidas sobre as possibilidades de viajar para o Exterior.

No dia 31 de agosto, das 14h às 19h, no Intercity Premium, o Salão do Intercâmbio chega a sua sétima edição e se prepara para receber centenas de visitantes que gostariam de obter mais informações sobre intercâmbio ou já quer programar uma viagem de estudos fora do Brasil. É a possibilidade de conversar pessoalmente com representantes de escolas de idiomas, universidades, high school renomadas de diversas partes do mundo.

As cinco empresas fundadoras, todas associadas à Belta, sabem que tão importante quanto encontrar o destino ideal para o aprendizado, é fundamental escolher uma empresa de intercâmbio idônea e que possa operacionalizar a viagem de forma segura e prática, sem percalços ou imprevistos, auxiliando em tudo o que for preciso. A escolha da escola, tipo de acomodação, seguro-saúde e outros serviços são oferecidos pelas agências de intercâmbio, além de garantir total suporte, garantindo tranquilidade, facilidades e a certeza de que a experiência será inesquecível. Afinal, como diz o lema do Salão do Intercâmbio 2019 "A vida é curta, tire seus planos do papel".

Leia também
Almoço por quilo já não é tão acessível
Caxias do Sul perde 92 vagas de emprego em julho; saldo no ano ainda é positivo
Gramado terá Parque da Mônica

 
 
 

Veja também

 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros