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Indústria 15/05/2019 | 09h00Atualizada em 15/05/2019 | 09h00

À espera da venda dos bens, unidade de motores da Voges, em Caxias, segue operando

Empresa da Região Metropolitana de Porto Alegre é responsável pela unidade até assembleia geral de credores, agendada para 12 de junho

À espera da venda dos bens, unidade de motores da Voges, em Caxias, segue operando julio soares/divulgação
Foto: julio soares / divulgação

UPI Motores da Voges pela Biehl Metalúrgica, de São Leopoldo, não tenha se efetivado no final do ano passado, a administração da unidade em Caxias do Sul ficará sob responsabilidade da empresa da Região Metropolitana de Porto Alegre até a realização da assembleia geral de credores, agendada para 12 de junho. 

A decisão foi acordada em uma audiência realizada ainda em dezembro. Conforme o juiz da 3ª Vara Cível e responsável pelo processo judicial, Clóvis Mattana Ramos, os credores entenderam, na ocasião, que era mais interessante deixar a empresa aberta, mantendo os empregos. 

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No último final de semana, foi publicado o edital de alienação da UPI (unidade de produção isolada), em processo de recuperação judicial. Os bens da unidade, situada no bairro São Ciro, foram avaliados em R$ 78,5 milhões. De acordo com o administrador judicial, Nelson Cesa Sperotto, a quantia diz respeito ao maquinário da empresa, porque a área é alugada. Interessados poderão encaminhar propostas até as 16h do dia 11 de junho na 3ª Vara Cível da Comarca de Caxias do Sul.

A abertura das propostas será na assembleia do dia 12 de junho _ a segunda convocação ficou marcada para o 18 do próximo mês. A alienação da unidade será apenas um dos temas da pauta da assembleia. Os credores podem decidir pela aprovação de um novo plano de recuperação ou pela falência da empresa. 

No final do ano passado, a Justiça havia decidido pela necessidade de uma nova assembleia e avaliação da área, após questões envolvendo o negócio (forma de pagamento para aquisição) de compra e venda da Voges feito com investidores da Biehl Metalúrgica.

A venda, por enquanto, é só da unidade de motores. Ela não inclui a fundição, que funciona no antigo prédio da Maesa, no bairro Exposição.

A reportagem tentou contato durante toda a tarde de ontem, e também na segunda-feira, mas não conseguiu retorno dos representantes da Biehl.

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