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Viticultura18/02/2019 | 07h00Atualizada em 18/02/2019 | 07h00

Conheça a logística feita para transportar os cachos das propriedades até a Festa da Uva 

Durante 17 dias de festividade em Caxias do Sul, 150 toneladas de frutas serão descarregadas no local do evento

Conheça a logística feita para transportar os cachos das propriedades até a Festa da Uva  Ruan Alves/Divulgação
Chegada de uvas é frequente em câmara fria no Santa Fé nas semanas que antecedem à festa Foto: Ruan Alves / Divulgação

Os primeiros cachos de uvas colhidas para a Festa da Uva começaram a ser retirados dos parreirais nos últimos dias de janeiro. Ao sair das propriedades no interior de Caxias do Sul, a fruta é armazenada nas câmaras frias de uma empresa situada no bairro Santa Fé. Os próprios agricultores retiram as caixas para o armazenamento da colheita e depois se responsabilizam por entregar as variedades no local. A movimentação de cargas deverá continuar mesmo com o evento em curso. 

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O gerente de projetos da Festa da Uva, Guilherme Zacani, calcula que, até o início da festa, quase toda a fruta já estará pronta para ser distribuída aos visitantes. A perspectiva é de que estejam disponíveis desde o primeiro dia 130 das 150 toneladas a serem compartilhadas. Faltará apenas parte da uva isabel, que, por ser uma variedade mais tardia, deverá ter a colheita avançando ainda durante a festividade.  

Da câmara fria, as uvas serão deslocadas, através de um caminhão refrigerado, até o Parque da Festa da Uva. Nos pavilhões, elas serão descarregadas em quatro contêineres climatizados, cada um com capacidade para guardar até quatro toneladas.  

– A ideia é que a cada dia ou um dia e meio, no máximo, se leve uma nova carga de uvas para os contêineres na festa – destaca Zacani. 

Além de receber um cacho de uva na entrada, os visitantes também terão a possibilidade de adquirir frutas diretamente dos produtores caxienses. Três agricultores estarão à frente pontos de vendas dentro do parque. 

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caxias do Sul, Rudimar Menegotto, constata que houve dificuldade em conseguir mais gente para permanecer em tempo integral nos pavilhões.  

– Foi difícil achar produtores (para os pontos de venda) porque estamos em plena safra. Muitos não têm como abandonar a propriedade e ficar na festa, pois não têm mão de obra para a colheita – sintetiza Menegotto.  

Ainda assim, os responsáveis pelas bancas compraram uvas de outros agricultores para reforçar a oferta de frutas ao consumidor. Serão disponibilizadas variedades como niágara, isabel, carmem, itália, rubi, entre outras. Durante os 17 dias de festividade devem ser comercializadas entre 20 e 30 toneladas, oriundas de 12 propriedades familiares de Caxias.

  

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