Marcopolo entrará em férias coletivas a partir de segunda - Economia - Pioneiro

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Caixa-Forte04/01/2019 | 18h53Atualizada em 04/01/2019 | 18h56

Marcopolo entrará em férias coletivas a partir de segunda

Fabricante de carrocerias de ônibus precisava finalizar pedidos em carteira até o final de ano, cujo destino principal era o mercado externo

Marcopolo entrará em férias coletivas a partir de segunda Gelson da Costa/divulgação
Foto: Gelson da Costa / divulgação

Parece óbvio conceder férias coletivas na indústria aproveitando os feriados de Natal e Novo-Ano. Porém, com o mercado dinâmico, as estratégias são adaptadas ao momento de cada empresa. No caso da Marcopolo, as equipes fizeram feriados natalinos e de Réveillon, mas voltaram a trabalhar nas quartas-feiras subsequentes. As férias coletivas começam, de fato, na próxima segunda-feira, dia 7.

Serão concedidos 15 dias nas duas plantas fabris do bairro Ana Rech, em Caxias, que compreendem ainda as marcas Volare e Neobus. A medida abrangerá cerca de sete mil trabalhadores dos setores de produção, que só retornarão às atividades no dia 21 de janeiro. A exceção fica por conta das áreas administrativas, com férias seletivas.

Na unidade da Marcopolo do Rio de Janeiro, as férias coletivas serão ainda mais esticadas, em três semanas, e devem abranger a média de mil funcionários.

Por que pausar as atividades em janeiro e não no final de dezembro? Ocorre que a fabricante de carrocerias de ônibus precisava finalizar pedidos em carteira até o final de ano, cujo destino principal era o mercado externo. Outro motivo é que há comprometimento no fluxo de entrega dos chassis em janeiro, por conta de férias coletivas de montadoras como Mercedes-Benz, Volkswagen, Scania e Volvo. Sem chassis no pátio, não há como encarroçar ônibus. 

Nas Empresas Randon, as férias são escalonadas. Grande parte dos trabalhadores está fora e retorna na segunda-feira. Há quem saiu a partir do final do ano e volta ao trabalho uma semana depois. Marcopolo e Randon não têm do que reclamar de 2018. Superaram a palavra “crise” e  fecharam o ano com crescimento rondando os 50%. Os números ainda não foram divulgados, essa é a previsão. 

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