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Caixa-Forte11/12/2018 | 20h08Atualizada em 11/12/2018 | 20h15

Quando a calçada é a vitrine

Avenida Júlio de Castilhos transformou-se em camelódromo a céu aberto

Quando a calçada é a vitrine Porthus Junior/Agencia RBS
Problema no Centro de Caxias se intensifica em datas festivas Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Terça-feira, dia 11/12, das 15h às 17h: Avenida Júlio de Castilhos lotada de pedestres e, claro, de ambulantes expondo os mais variados tipos de produtos nas calçadas. De brinquedos a chapéus, óculos e roupas, bem em frente de farmácias e lojas que atuam formalmente, empregam e pagam impostos. 

Em reunião na última semana com órgãos públicos, no Sindilojas Caxias, lideranças do comércio cobraram uma resposta urgente da prefeitura para o antigo dilema, que se intensifica às vésperas do Natal. Confrontada, a secretária do Urbanismo, Mirangela Rossi, ressalvou que a circulação dos fiscais ocorre das 13 horas às 19 horas para coibir a venda, o que inibe a presença de ambulantes do Centro nesse período do dia.

Não foi o que se viu nesta terça-feira. Os ambulantes fizeram da Júlio um mercado a céu aberto, um camelódromo. Por sentimento de compaixão compreensível, além da questão de economia, a comunidade dá apoio e adquire artigos da informalidade. É um problema, além de econômico, social.  


 
 
 

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