Procon autua oito redes do comércio por práticas ilegais durante a Black Friday - Economia - Pioneiro

Versão mobile

 

Caixa-Forte29/11/2018 | 20h54Atualizada em 29/11/2018 | 20h54

Procon autua oito redes do comércio por práticas ilegais durante a Black Friday

Empresas responderão a processos por maquiagem de preços, publicidade enganosa ou por exceder o limite de tempo para atendimento (10 minutos)

Procon autua oito redes do comércio por práticas ilegais durante a Black Friday Mateus Argenta/divulgação
Redes iludiam o público com um percentual de economia distorcido da realidade Foto: Mateus Argenta / divulgação

A brincadeira de que a Black Friday pode ser uma Black Fraude está longe de ser fantasiosa. O Procon Caxias anunciou que oito redes do comércio (três físicas e cinco eletrônicas) responderão a processos por maquiagem de preços, publicidade enganosa ou ainda por exceder o limite de tempo previsto no Código de Posturas do Município para atendimento (10 minutos).

No dia 23 de novembro, data da Black Friday, cinco grupos de fiscalização do órgão visitaram 84 estabelecimentos caxienses, a fim de verificar os atendimentos e os preços praticados, comparando-os com os verificados nos últimos três meses. A percepção do Procon é de que a Black Friday 2018 ganhou mais envergadura de vendas. 

Para evidenciar a vantagem na promoção, essas empresas autuadas simulavam o valor real do produto muito acima do verificado em agosto, iludindo o público com um percentual de economia distorcido da realidade. Na Black Friday, um ar-condicionado, por exemplo, baixava de R$ 2.199,80 para R$ 1.079,90. O valor real do produto, em agosto, era R$ 1.099.

Outro exemplo: uma fritadeira airfryer caía de R$ 424,66 para 249,90. Preço real verificado antes da campanha: R$ 269,90. Mais um: conjunto de panelas antiaderentes era anunciado de R$ 409,90 por R$ 399,90. Valor praticado antes da Black Friday: R$ 259,90.

 
 
 

Veja também

 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros