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Caixa-Forte28/09/2018 | 06h38Atualizada em 28/09/2018 | 06h38

ICMS de 2019 preocupa

Entidade empresarial critica intenção dos candidatos ao governo em manter imposto alto 

A volta das alíquotas de ICMS aos patamares vigentes antes de 1º de janeiro de 2016 é o que defende a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS).

Nesse sentido, o presidente da entidade, Vitor Augusto Koch, critica a posição manifestada pela maioria dos candidatos ao governo do Estado de manter em 2019 a alíquota básica do ICMS em 18%, sendo que serviços como TV a cabo, energia elétrica e telecomunicações, além da gasolina, seguiriam com 30% de percentual.  

A defesa do setor empresarial é de que as taxas voltem aos padrões anteriores:  17% para a categoria geral e de 25% sobre os produtos e serviços seletivos.

– Quando as alíquotas foram elevadas, ficou estabelecido que isso valeria até o final de 2018. Entendemos que não há mais espaço para a população gaúcha seguir convivendo com esse ICMS elevado. Está prejudicando toda a cadeia produtiva gaúcha e a população de forma geral.

Quando fala em ICMS, o empresário refere-se à perda de competitividade gaúcha perante outros Estados. Um dos segmentos com dificuldades por conta do imposto é o calçadista. 

A FCDL-RS recorda que posicionou-se contrária ao aumento do ICMS, por prejudicar o orçamento das famílias, retirando poder de consumo e fomentando o ciclo recessivo que já se percebia no Rio Grande do Sul.


 
 
 

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