Fabricante Keko, de Flores da Cunha, pede recuperação judicial - Economia - Pioneiro

Versão mobile

 

Economia12/09/2018 | 12h24Atualizada em 12/09/2018 | 15h55

Fabricante Keko, de Flores da Cunha, pede recuperação judicial

Fornecedores foram informados da decisão nesta quarta-feira; fabricante emprega 420 pessoas

Fabricante Keko, de Flores da Cunha, pede recuperação judicial Julio Soares/divulgação
Nascida na década de 1980 na garagem da família Mantovani, a Keko fornece componentes originais e na linha de montagem para nove grandes montadoras mundiais Foto: Julio Soares / divulgação
Pioneiro
Pioneiro

A fabricante de peças automotivas Keko Acessórios, com sede em Flores da Cunha, pediu recuperação judicial. A informação é da colunista Giane Guerra, da GaúchaZH. Um comunicado foi enviado a fornecedores nesta quarta-feira (12). Líder brasileira em acessórios para personalização de veículos automotores, a Keko nasceu em Caxias do Sul, onde ficou por 25 anos, e transferiu a sede para a vizinha Flores da Cunha em 2011.

No comunicado enviado aos fornecedores, a Keko informa que os quatro últimos anos de crise econômica e a retração do mercado automotivo tiveram impacto direto nos negócios da empresa. Lembrou também que a nova fábrica, em Flores, recebeu investimentos altos e financiados.

Leia mais
Keko, empresa que atuou 25 anos em Caxias, se muda para Flores da Cunha e emprega 450 pessoas
Empresa da Serra mostra força e anda na contramão do mercado automotivo

A empresa diz ainda que a recuperação judicial é uma estratégia e que o objetivo é dar fôlego para a retomada das operações e para não ir à falência.

O pedido ainda precisa ser aprovado pela Justiça. Depois disso, elabora um plano de recuperação judicial, que precisa ser aprovado pelos credores e, então, homologado pela Justiça para ser executado.

Ainda segundo a colunista, a empresa tentou renegociar o passivo com bancos, mas a dívida estavam inviabilizando a gestão do caixa e pagamento de credores. 

A Keko emprega, atualmente, 420 pessoas.

Leia também
Formar comunidades engajadas contra a violência é dever do futuro governo do Estado
Projetos de penas alternativas são fundamentais para aliviar lotação em presídios 

 
 
 

Veja também

 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros