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Caixa-Forte18/09/2018 | 09h00Atualizada em 18/09/2018 | 11h43

Comércio de Caxias do Sul reage, mas lentamente

Os analistas de mercado insistem que os salários achatados e a menor força de trabalho da indústria prejudicam o varejo

Comércio de Caxias do Sul reage, mas lentamente Cleber Gomes/Agencia RBS
O público ainda está arredio, assustado, e as eleições representam um fator inibidor de ousadias no momento Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS

No acumulado de 2018, o único setor que ainda está no vermelho em Caxias é o comércio, que de janeiro a julho registra queda de 1,2%. 

No entanto, se o zoom envolver os últimos 12 meses, o varejo já tingiu os números de azul, com crescimento de 3,1%. Sim, é verdade, um percentual ainda tímido. As lojas têm retratado desempenhos distintos. 

Algumas dizem que os negócios estão bons, que a retomada é significativa. Outras lamentam a cautela do público. Para esse último time, nunca foi tão difícil vender, já que o consumidor foca só no principal, tem evitado gastar dinheiro com itens supérfluos, e ainda prefere pagar à vista, com receio de não conseguir cumprir com as prestações futuras. Os analistas de mercado insistem que os salários achatados e a menor força de trabalho da indústria prejudicam o comércio, já que tem sobrado pouco dinheiro para o cliente gastar após o pagamento das contas essenciais das famílias. 

A esperança é que a chegada do Dia das Crianças e, posteriormente, do Natal tragam ânimo extra. O público ainda está arredio, assustado, e as eleições representam um fator inibidor de ousadias no momento.

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