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Caixa-Forte19/09/2018 | 06h30Atualizada em 19/09/2018 | 06h30

Altos e baixos do setor moveleiro

¿Estamos nos recuperando de anos difíceis e, dessa forma, é normal que ainda existam oscilações¿, afirma presidente da Movergs

Altos e baixos do setor moveleiro Salmo Duarte/Agencia RBS
Nos primeiros sete meses do ano, o principal destino das exportações de móveis gaúchos também foi o Uruguai, com 15,3% Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS

“Houve avanços do setor moveleiro no primeiro semestre de 2018, mas ainda é possível verificar altos e baixos tanto no mercado interno quanto externo. Estamos nos recuperando de momentos difíceis e, dessa forma, é normal que ainda existam oscilações, inclusive, por ser um ano eleitoral, de muitas incertezas.” 

A análise é do  presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), Volnei Benini, ao avaliar que a produção gaúcha de móveis, cujo principal polo fica em Bento Gonçalves, cresceu 3,4% no primeiro semestre. 

Apenas em junho, foram 6,5 milhões de peças fabricadas, alta de 17% em relação a maio. Já nos últimos 12 meses, houve estabilidade de 0,1%, apontam dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No quesito exportações, em junho, os embarques moveleiros apresentaram alta de 58,6%, atingindo US$ 18 milhões. Porém, em julho, as vendas externas recuaram 21,8%, resultando em US$ 14 milhões de móveis enviados ao Exterior.  No mês sete, o Uruguai liderou as aquisições de móveis do Rio Grande do Sul, com 17,1%, seguido pelos Estados Unidos, com 15,7%, e pelo Peru, com 13,8%.  

Nos primeiros sete meses do ano, o principal destino das exportações de móveis gaúchos também foi o Uruguai, com 15,3%. Já os outros dois mudam de posição: em segundo, vem o Peru, com 14,4% das aquisições, e em terceiro os Estados Unidos, com uma fatia de 14,3%.


 
 
 

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