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Caixa-Forte01/06/2018 | 17h40Atualizada em 01/06/2018 | 17h40

Recuse-se a pagar preços superfaturados

O que o consumidor pode fazer para ajudar a reduzir a pressão sobre o preço dos alimentos?

Recuse-se a pagar preços superfaturados Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Os produtos estão inflados e muitos, com baixa qualidade Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

A greve dos caminhoneiros pode ter  terminado, mas a vida está longe de voltar ao normal. Num país gigante, em que a logística depende do modal rodoviário, o reabastecimento de toda a cadeia de indústria e comércio não será imediata.

Quem circulou por mercados e sacolões de bairros deparou com prateleiras ainda vazias. Mamão, por exemplo, evaporou há dias. As carnes ainda não retornaram ao seu patamar de oferta. Os produtos estão inflados e muitos, com baixa qualidade. 

O tomate, em um mercado, está custando R$ 8,99 o quilo, mais do que o dobro da pré-greve. O pimentão saltou para quase R$ 12. O que o consumidor pode fazer para ajudar? Primeiramente, não colaborando para nutrir a inflação, gerada pela alta da demanda e pela carência na oferta. 

Portanto, recuse-se a pagar preços superfaturados, diversifique sua dieta, substitua alimentos nesse período, adquira itens menos usuais, não compre além do necessário. Juntos, podemos diminuir a pressão sobre os preços, se usarmos estratégias e pensarmos como consumidores conscientes.

 
 
 

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