Entidades criticam tabelamento de fretes a partir da greve dos caminhoneiros - Economia - Pioneiro

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Caixa-Forte08/06/2018 | 07h00Atualizada em 08/06/2018 | 07h00

Entidades criticam tabelamento de fretes a partir da greve dos caminhoneiros

Empresas terão de repassar os novos cálculos ao preço final, gerando inflação, alerta a Fiergs

As entidades de classe demoraram para reagir de forma intensa, mas agora vêm a público contrariar o acordo de tabelamento de fretes instituído pelo governo com os caminhoneiros. O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins da Silva Júnior, definiu a medida como “retrocesso” e ameaça questionar a legitimidade da ação na Justiça.

Cezar Müller, presidente em exercício da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), diz que “o governo lançou para o setor industrial a conta das compensações da greve dos caminhoneiros.” 

O dirigente alerta que o tabelamento do frete e a reoneração da folha de pagamento para 39 setores impactarão nos custos da atividade industrial. E as empresas terão de repassar os novos cálculos ao preço final, gerando inflação. 

– As que não puderem repassar, por questões de concorrência, vão quebrar, causando desemprego. Quem vai pagar é a população – alertou.  

 
 
 

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