Público faz estoque de alimentos, mas setor diz que não há motivo para pânico - Economia - Pioneiro

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Caixa-Forte25/05/2018 | 22h30Atualizada em 26/05/2018 | 07h53

Público faz estoque de alimentos, mas setor diz que não há motivo para pânico

No que tange a produtos não-perecíveis, há estoque médio de segurança para 15 dias, informa o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo

Público faz estoque de alimentos, mas setor diz que não há motivo para pânico divulgação/Divulgação
Prateleira de ovos estava desfalcada nesta sexta-feira Foto: divulgação / Divulgação

Em supermercados, os carrinhos abarrotados de alimentos, verduras, carnes mostraram que o público está assustado e preocupado com o futuro da greve dos caminhoneiros.

Mas sair a comprar exageradamente não condiz com o bom-senso que o momento pede. Ora, se todos passarem a adquirir muito alimento para estocar,  a chance de faltar para o vizinho é maior.

E, no que tange a produtos não-perecíveis, não há motivo para pânico: apesar dos impactos da greve, há estoque médio de segurança para 15 dias, informa o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo.

"Hoje temos estoque de não-perecíveis que daria o equivalente para abastecer todas as nossas lojas por 43 dias. Só na unidade do Kayser (em Caxias), são 2,3 mil posições de palets no estoque."

A declaração do empresário Jaime Andreazza em entrevista ao Pioneiro, em outubro de 2017, revela que as redes de grande porte sofrem menos o impacto da greve, em função dos amplos espaços para estoque. O Andreazza possui 32 lojas (incluindo os da bandeira Vantajão).

Já os mercados de pequeno porte podem esgotar mercadorias além dos perecíveis, como leite, carne, ovos, frutas e verduras. 


 
 
 

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