Posto de Caxias recebe combustível, mas não inicia fornecimento ao público até outros postos serem abastecidos - Economia - Pioneiro

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Após acordo29/05/2018 | 14h35Atualizada em 29/05/2018 | 19h12

Posto de Caxias recebe combustível, mas não inicia fornecimento ao público até outros postos serem abastecidos

Brigada Militar garante que dará segurança para garantir abastecimento  

Posto de Caxias recebe combustível, mas não inicia fornecimento ao público até outros postos serem abastecidos André Tajes/Agência RBS
Foto: André Tajes / Agência RBS
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Até o momento, não foi iniciado o abastecimento no único posto que tem combustível para fornecer aos motoristas em geral. Após anúncio de que iria comercializar gasolina para a população, o proprietário do posto Petroparque informou que não tem segurança para iniciar o fornecimento e que só o fará quando o resto da cidade receber combustível.

A liberação para o consumidor comum havia sido acordada na manhã desta terça-feira, mas diante da pressão de manifestantes que estão no posto, a direção recuou para evitar conflito. O dono do posto chegou a anunciar que o acordo previa o abastecimento de R$ 50 por pessoa. Revoltadas com a quantia anunciada, pessoas que aguardavam atendimento jogaram um sofá contra o proprietário e ameaçaram colocar fogo no posto. 

A Brigada Militar garante que faz a segurança para garantir o abastecimento. Uma longa fila de veículos se forma no local desde o início da tarde.

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O posto na Avenida Doutor Mário Lopes com a RSC-453, a Rota do Sol, no bairro Santa Fé, em Caxias do Sul, recebeu 30 mil litros de gasolina. O tanque era um dos cinco que estavam retidos por manifestantes na concessionária Dipesul (Volvo), no bairro Santa  Lúcia. 

O acordo havia sido feito entre os manifestantes e representantes do Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis do RS (Sindisul), Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, de Empresas de Garagem, Estacionamento, de Limpeza e Conservação de Veículos e Lojas de Conveniência de Caxias do Sul e Região (Sindipetro), Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) e Brigada Militar. A prefeitura foi convidada para participar da reunião que definiu o acordo, mas não mandou representante.

O comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar (12º BPM), tenente-coronel Jorge Ermerson Ribas, afirma que está no posto para garantir a segurança e que atuará para evitar qualquer bloqueio. O tenente-coronel informa que não há possibilidade de os outros quatro tanques de combustível que estão na concessionária da Volvo serem distribuídos para outros postos, pois a distribuição no posto do Santa Fé é resultado da negociação da manhã.

— Não tem mais negociação. Agora temos de nos preocupar em não aumentar o problema, para depois começar a trabalhar para diminuí-lo - afirmou Ribas.  

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