Meses de junho, julho e agosto ainda são incógnitas para o turismo de Gramado - Economia - Pioneiro

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Caixa-Forte26/05/2018 | 11h00Atualizada em 26/05/2018 | 11h00

Meses de junho, julho e agosto ainda são incógnitas para o turismo de Gramado

Ano de Copa do Mundo e eleições preocupa empreendimentos das Hortênsias

Meses de junho, julho e agosto ainda são incógnitas para o turismo de Gramado Genaro Joner/Agencia RBS
A cautela do consumidor brasileiro, diante do crescimento tímido do PIB e do desemprego que ainda ronda, aliada ao excesso de oferta hoteleira, especialmente em Gramado, é o pano de fundo para o pé no freio nas previsões Foto: Genaro Joner / Agencia RBS

Com o dólar não apetitoso, o turismo doméstico fica mais aquecido. Certo? Não para o presidente do Sindicato da Hotelaria, Restaurantes, Bares e Similares da Região das Hortênsias (Sindtur/Serra Gaúcha), Fernando Boscardin.

Para o dirigente, a cautela do consumidor brasileiro, diante do crescimento tímido do PIB e do desemprego que ainda ronda, aliada ao excesso de oferta hoteleira, especialmente em Gramado, é o pano de fundo para o pé no freio nas previsões.

Por isso, os meses de junho, julho e agosto ainda são incógnitas.

– É ano de Copa do Mundo e de eleição. Na última experiência, em 2014, tivemos o pior mês de julho dos últimos 10 anos – alerta.

Outra preocupação de Boscardin é com o boom hoteleiro. Informação recentemente divulgada pela prefeitura de Gramado dá conta de que há em construção ou projetados 6 mil apartamentos de hotelaria.  Ao consumidor, será a chance de pagar menos pelas diárias na cidade do Natal Luz. 

O setor precisará, no entanto, refazer o cálculo “preços versus custos” para tornar-se competitivo.  A grande oferta hoteleira hoje estar concentrada em poucas mãos prejudica essa lógica.  

 
 
 

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