Greve perde força, mas indústrias avaliam quando retomam as atividades na Serra - Economia - Pioneiro

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Caixa-Forte30/05/2018 | 19h32Atualizada em 30/05/2018 | 19h39

Greve perde força, mas indústrias avaliam quando retomam as atividades na Serra

Em função do feriadão, expectativa é que setor volte a produzir na próxima semana. Porém, na Serra, mais uma empresa confirma férias coletivas

Greve perde força, mas indústrias avaliam quando retomam as atividades na Serra Lucas Amorelli/Agencia RBS
Manifestação impediu entrega de mercadorias e esvaziou empresas de estoque de matérias-primas e insumos Foto: Lucas Amorelli / Agencia RBS

Com as manifestações de caminhoneiros (e de outras categorias) perdendo força, a expectativa é que a economia retome a normalidade. Mas isso não ocorrerá num piscar de olhos. As empresas precisam voltar a produzir para poder entregar suas mercadorias. Para isso, ainda necessitam restabelecer uma demanda reprimida por matérias-primas e insumos.

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Esse cenário, aliado ao feriadão, faz com que a Randon anuncie que manterá suas unidades do bairro Interlagos paralisadas até o sábado. Já a Fras-le, que estava atuando normalmente, também para no feriadão. A Randon informa que continuará avaliando o movimento dos caminhoneiros para decidir os próximos passos na semana que vem. A parada não se estende aos serviços financeiros, que envolve o Banco Randon e a Randon Consórcios.

Já a Marcopolo mantém o sistema de pausa nas atividades durante toda a semana, até sexta-feira. Primeira a parar, a Agrale pretende retomar o expediente na segunda-feira.

Sem abastecimento, a Tramontina confirma férias coletivas aos 2,5 mil funcionários da sua fábrica de cutelaria em Carlos Barbosa, a partir de segunda-feira, por um período de 10 dias. É o maior complexo fabril do grupo de utilidades para o lar no país, mas o único a parar o expediente. Os reflexos se prolongarão num horizonte que ainda não se consegue mensurar os prejuízos. 

O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs) estima que 35% das empresas do setor na Serra tenham sido impactadas de alguma forma pela greve estendida.

A expectativa é saber se as máquinas voltarão a ser ligadas na maioria das empresas na segunda-feira. 

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