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Parque do Palácio e do Pinheiro Grosso02/05/2018 | 15h41Atualizada em 02/05/2018 | 15h41

Canela tem empresas interessadas em explorar parques

Projeto será discutido nesta quarta-feira (2) na Câmara de Vereadores

Canela tem empresas interessadas em explorar parques Prefeitura de Canela/Divulgação
Parque do Pinheiro Grosso é uma das áreas que despertam interesse Foto: Prefeitura de Canela / Divulgação

A prefeitura de Canela abriu edital neste ano para conceder pontos turísticos e áreas públicas para administração de empresas. Dois deles já têm interessados, o Parque do Palácio e o Parque do Pinheiro Grosso. Para que o processo siga adiante, o projeto de concessão por 25 anos precisa ainda passar pela Câmara de Vereadores para depois ser aberta uma concorrência pública. Os projetos para exploração dos parques já foram enviados pelo Executivo e devem ser lidos na sessão desta quarta-feira (2), às 19h.

Conforme Vilmar Santos, secretário de Governança, Planejamento e Gestão, os investimentos pretendidos pelas empresas para os dois pontos turísticos do município ultrapassariam R$ 60 milhões.

O projeto maior é para o Parque do Palácio, uma área de nove hectares junto ao Palácio das Hortênsias, a casa de verão do governador do Rio Grande do Sul. É uma área verde que foi doada pelo Estado ao município. A prefeitura abriu edital no início de fevereiro para que uma empresa possa assumir a administração e a abertura do espaço ocorra com a infraestrutura necessária de iluminação, segurança, trilhas e quadras. 

A empresa que se interessou é a Villard Empreendimentos Imobiliários de Balneário Camboriú (SC). Segundo o secretário, eles propuseram como contrapartida de manutenção a construção de um centro de eventos e de um hotel. A estimativa dos investimentos é em torno de R$ 60 milhões, mas não chegaram a apresentar planilha e o projeto básico, segundo Santos.

A interessada no outro projeto, o do Parque do Pinheiro Grosso, é a Florybal, que já tem um parque nas proximidades, no caminho para o Parque do Caracol. Conforme a prefeitura, a área está fechada para visitação por falta de estrutura desde o início do ano passado e abriga uma araucária considerada uma das maiores e mais antigas do país. 

Os planos da empresa para a área, segundo o secretário de Governança, é diferente de outros empreendimentos que ela já possui, que exploram brinquedos. Segundo Santos, a Florybal quer manter a essência ecológica, até por ser uma exigência do edital. Segundo o secretário, a previsão de investimento é de R$ 2,5 milhões, sendo R$ 1 milhão de imediato para a abertura do parque e outros R$ 500 mil por ano. Além da arrecadação de impostos do parque com alíquota de 3%, a contrapartida seria 5% da bilheteria para o município.

Outras quatro áreas que a prefeita pretende conceder são a Casa de Pedra, o teatro, a rodoviária e o centro de feiras, mas não apareceram interessados até o momento.

 
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