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Agroindústrias21/02/2018 | 09h00Atualizada em 21/02/2018 | 09h00

Municípios dos Campos de Cima da Serra pressionam para legalizar queijo serrano

Lideranças se reuniram com o governo do Estado para apresentar projeto

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Produtores e lideranças dos Campos de Cima da Serra pressionam o governo do Estado a regularizar a produção do queijo artesanal serrano na região. A cadeia de produção envolve 2 mil famílias, que produzem cerca de 150 toneladas do produto ao ano.  

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Na segunda-feira, um grupo de técnicos e representantes de entidades, liderado pelo prefeito de Esmeralda e presidente da Associação dos Municípios dos Campos de Cima da Serra (Amucser), Ailton de Sá Rosa, se reuniu com o diretor-geral da  Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Irrigação,  Antônio Machado de Aguiar, para apresentar a proposta de regulamentação da lei estadual 14.973 de 29 de Dezembro de 2016 que " dispõe sobre a produção e a comercialização do queijo artesanal serrano". O grupo saiu do encontro com a promessa de que a proposta será analisada e até 1º de março será oficializada uma resposta concreta.

A coordenadora do Serviço de Inspeção Municipal de São José dos Ausentes, Raquel Mesquita, participou da construção do projeto e reforça a importância da lei.  

—  Formamos uma proposta embasada em opiniões técnicas e que viabilizam sua aplicação. Vai ser um produto com a marca da região e que tem uma representatividade muito forte — destaca.

 A fiscalização, por exemplo, pode ser feita pelos departamentos de fiscalização dos municípios dos Campos de Cima da Serra. 

—  São cerca de 2 mil famílias que irão sair da clandestinidade e entrar na legalidade. Todo vão ganhar com isso — aponta Raquel.

PRÓXIMOS PASSOS DO PROCESSO

1. Análise da proposta pelos técnicos da Secretaria Estadual da Agricultura

2.  Definição, até dia 1º de março, sobre a aprovação

3. Se aprovada, serão feitos os ajustes solicitados

4. Análise final

5. Assinatura da regulamentação pelo secretário estadual Ernani Polo*


* A regulamentação deve ser feita até o dia 15/3. Após esta data, o deputado Ernani Polo, que está inteirado ao processo, deve sair do governo para concorrer a um cargo público.

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