Em recuperação, indústria de Caxias vive segundo baque em menos de cinco meses - Economia - Pioneiro

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Caixa-Forte29/01/2018 | 20h59Atualizada em 29/01/2018 | 20h59

Em recuperação, indústria de Caxias vive segundo baque em menos de cinco meses

Após o incêndio na Marcopolo, no início de setembro, nesta segunda-feira a Randon precisou contornar explosão no setor de pintura

Em recuperação, indústria de Caxias vive segundo baque em menos de cinco meses Roni Rigon/Agencia RBS
Foto: Roni Rigon / Agencia RBS

As duas maiores indústrias de Caxias. As duas maiores montadoras pesadas da América Latina, uma de ônibus, outra de implementos rodoviários.

Duas gigantes que amargaram uma crise sem precedentes nos últimos três anos e que, a partir do segundo semestre de 2017, viram o cenário clarear, os pedidos voltar, o entusiasmo prevalecer. Mas foram surpreendidas pelo mesmo baque, com intervalo de menos de cinco meses entre um e outro: um incêndio. 

Em 3 de setembro, o drama foi vivido pela Marcopolo, na unidade de matrizes de plástico. Nesta segunda-feira, o sufoco voltou a criar uma nuvem de preocupação na comunidade quando as chamas destruíram parte do setor de pintura da Randon Implementos, no bairro Interlagos. 

A partir do segundo semestre de 2017, Caxias do Sul começava a respirar após sua principal matriz econômica viver uma retração histórica, com a extinção de mais de 20 mil vagas em três anos. Porém, esses sinistros, embora felizmente não tenham feito vítimas fatais, desaceleram o ritmo de recuperação da indústria, trazem transtornos, exigem ajustes no meio do processo intenso de produção para atender a encomendas nacionais e internacionais.    

As perdas são materiais, financeiras e não podem abalar a confiança dos trabalhadores nem resfriar o ânimo  do mercado, dos fornecedores e dos clientes que aguardam pelos pedidos. Em episódios assim, a força, a união e as parcerias fazem a diferença e vencem. 

 
 
 

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