Justiça nega efeito suspensivo e mantém a falência da caxiense Guerra SA - Economia - Pioneiro

Indústria17/11/2017 | 14h42Atualizada em 17/11/2017 | 14h42

Justiça nega efeito suspensivo e mantém a falência da caxiense Guerra SA

Recurso que tenta reverter decisão pela falência seguirá tramitando, mas só deve ser julgado em 2018

Justiça nega efeito suspensivo e mantém a falência da caxiense Guerra SA Felipe Nyland/Agencia RBS
Unidades da empresa foram lacradas, após juíza decretar a falência Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS
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A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) negou, nesta sexta-feira, o pedido de efeito suspensivo para a falência da Guerra SA, decretada na semana passada. A solicitação tinha sido encaminhada pelo advogado da empresa, Angelo Coelho, que tenta reverter a situação. 

Agora, o recurso segue tramitando, mas aguarda para ser julgado por desembargadores em Porto Alegre. Segundo a assessoria da desembargadora Isabel Dias Almeida, relatora do caso, isso só deverá ocorrer em 2018. 

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Em 8 de novembro, a juíza Maria Olivier, da 4ª Vara Cível de Caxias do Sul, proferiu sentença pela falência da Guerra, por considerar que não havia viabilidade no plano de recuperação judicial proposto pelos controladores da empresa. No dia seguinte, as fábricas da empresa em Caxias e Farroupilha foram lacradas.

A empresa se encontrava em recuperação desde 2015, quando acumulava mais de R$ 200 milhões em dívidas. A fabricante de implementos rodoviários contava com mais de 600 funcionários e, desde maio, estava com as atividades paralisadas. 


 

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