Black Friday vai incrementar vendas em 10% no comércio caxiense - Economia - Pioneiro

PROMOÇÕES17/11/2017 | 08h00Atualizada em 17/11/2017 | 08h36

Black Friday vai incrementar vendas em 10% no comércio caxiense

Em Caxias, a promoção cresce a cada ano. Lojas se organizam para oferecer produtos com superdescontos

Black Friday vai incrementar vendas em 10% no comércio caxiense Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Lojas já entraram no clima e exibem faixas com promoção de produtos Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

Há uma semana da promoção, lojas do comércio caxiense já entraram no clima do Black Friday (sexta-feira negra). Criada nos Estados Unidos, a data de 24 de novembro marca o início da temporada das compras de Natal. Em Caxias, o número de promoções cresce a cada ano. Não há uma estimativa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do percentual de lojas que vai aderir ao movimento, mas no comércio de rua, já é possível perceber cartazes com promoções significativas nas vitrines para tentar atrair o cliente. 

A expectativa é incrementar em10% as vendas se comparado com o mesmo período do ano passado. Em relação ao mês de outubro — mesmo com o Dia das Crianças — o índice pode chegar a 20%.

O diretor de Pesquisa, Informação e TI da CDL Caxias, Ricardo Comandulli,  garante que a representatividade da data já pôde ser observada mais fortemente desde o ano passado.

— A importância da Black Friday  vem crescendo a cada ano. Antes de 2016, a data não era tão difundida em Caxias, pois se limitava às grandes magazines e à internet. Desde o ano passado, vem ganhado representatividade em diversos segmentos — observa.

Um levantamento feito pelo Serasa Consumidor, braço da Serasa Experian, apontou que três em cada 10 brasileiros pretendem comprar nesta Black Friday. Desse total, 90% acreditam que devem conseguir bons descontos na data.

A CDL Caxias preparou um material online e gratuito com dicas para aproveitar a Black Friday. O ebook contém 13 dicas de como realizar promoções eficazes, fazer as vendas circularem, selecionar os produtos certos, informar com clareza e divulgar bem. O acesso ao material pode ser feito pelo site: comunicacao.cdlcaxias.com.br/black-friday.


PESQUISA

* Eletrodomésticos são os itens mais desejados pelos consumidores, com 37% da preferência, seguido por roupas, calçados e acessórios (21%), telefonia (18%), informática (14%), viagens (6%).

* 41% dos entrevistados pretende gastar acima R$ 1 mil nas compras 

* 72% disseram que pretendem comprar em loja física, 27% pela internet e 1% não soube responder. 

* Cerca de 30% das vendas no varejo anual ocorrem entre Black Friday e Natal. 

 * No ano passado, 91% dos compradores pesquisaram com antecedência e decidiram a compra com base em preço (49%), confiança na loja (27%), confiança na marca (13%) e custo do frete (5%). 

Procon veta sites


O Procon de São Paulo revela os sites que devem ser evitados pelo internauta ao fazer compras durante a Black Friday Brasil 2017.  Na lista constam 518 lojas virtuais, até o momento, e todas as páginas citadas tiveram reclamações de consumidores registradas no Procon.

A fundação divulgou a relação de endereços pela primeira vez em julho de 2011 e a mantém atualizada desde então.

Além do endereço do site, a lista ainda mostra informações como a empresa ou pessoa responsável pela página, o respectivo CNPJ (ou CPF), sua situação - que pode estar classificada como "No ar" e "Fora do ar" e significa o status do site no dia da inserção à lista - e a data de inclusão.

Marcas nacionais conhecidas não estão presentes na listagem, mas alguns nomes chamam a atenção pela semelhança a determinados estabelecimentos famosos, como é o caso das páginas "gabimagazine.com.br", "magazinefernando.com" e "magazinericardo.com.br" - supostamente se referem à Magazine Luiza.

A instituição terá um esquema especial de monitoramento na Black Friday, entre 19h de 23 de novembro até 22h do dia 24. Entre as recomendações do órgão estão: o acompanhamento de preços por meio de uma pesquisa prévia e frequente dos produtos, além de conferir se o site é brasileiro para não resultar em custos extras e não se deparar com regras do Código do Consumidor de outros países.

Você pode conferir a lista completa na página do Procon  (sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite).




 

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