Os desafios do comerciante neste dia dedicado a ele - Economia - Pioneiro

Caixa-Forte16/07/2017 | 16h18

Os desafios do comerciante neste dia dedicado a ele

Ser comerciante não é apenas vender, gerenciar, mas adaptar-se

Comemora-se neste domingo, dia 16 de julho, o Dia do Comerciante, uma profissão que vem passando por rápidas transformações num mercado cada vez mais tecnológico. Ser comerciante não é apenas vender, gerenciar, mas adaptar-se. Adaptar-se a um mundo que cada vez mais compra pela internet, que tem a informalidade como concorrente e que precisa adequar-se a horários de atendimento elásticos, preços competitivos, estratégias audaciosas, mas que nem tudo isso junto às vezes basta.

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Os setores são regidos também por fatores sobre os quais não há controle. É o caso do clima. Para quem trabalha com moda e calçados e tem as vitrines recheadas de coleções pesadas, este calor em pleno julho é aterrador. Nos últimos três anos, o varejo caxiense sofreu o impacto da crise na indústria, que enxugou 23 mil postos de trabalho.

Menos dinheiro no bolso do trabalhador é igual a menos vendas no balcão. No acumulado deste ano, o desempenho das vendas no comércio caxiense — que emprega 27,8 mil pessoas — ficou estável, com alta ínfima de 0,25%.

Ao se avaliar o comportamento apenas de maio, uma luz parece surgir no horizonte, com avanço de 4,74% sobre o mesmo mês do ano passado.

Na contramão, há setores com perdas, como os de materiais de construção, implementos agrícolas e produtos químicos. Ser comerciante é compreender o momento. É decifrar o público. É conectar-se.
 

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