Loja centenária de Caxias não se acomoda - Economia - Pioneiro

Comércio13/05/2017 | 08h10Atualizada em 14/05/2017 | 14h38

Loja centenária de Caxias não se acomoda

Além de manter fortes laços com a história da cidade, a Magnabosco atualizou o layout e passou a trabalhar com grandes marcas, no conceito store in store

Loja centenária de Caxias não se acomoda Felipe Nyland/Agencia RBS
Atual administrador da Magnabosco, Pedro Horn Sehbe, acelerou o processo de transformação da loja, que se destaca entre as melhores do comércio caxiense Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

Uma das sacadas da atual administração da Magnabosco talvez tenha sido a aceleração do processo de reformulação da loja, mantendo os fortes laços com a história da comunidade.

 Os autores dos livros Feitas para durar e Feitas para vencer, James Collins e Jerry Porras, afirmam que é imprescindível que a empresa siga valores essenciais e tenha uma noção de propósito que vá além de simplesmente gerar ganho econômico. ¿Agregar valor ao que é ofertado aos clientes, fazendo com que os benefícios excedam os custos é a melhor forma de manter-se no mercado¿.

A família, desde sempre, foi o foco da Magnabosco. E continua sendo, só que com outro conceito. A modernidade é percebida em cada recanto dos três andares que ocupam o empreendimento. Logo na entrada, é possível visualizar que o antigo armazém conseguiu se reinventar. Continua tendo oito departamentos, mas em novo layout.

Predomina o conceito store in store, ou seja, pequenas lojas dentro da loja. Grandes marcas ocupam espaços individuais e cada uma conta a sua história. As propostas se complementam. O atual administrador, Pedro Sehbe, garante que isso é parte da estratégia.

— Trabalho com o que acredito, que é o foco na qualidade, com uma curadoria apurada de marcas que ajudam a contar histórias. Não misturamos coleções, pois cada uma tem uma inspiração — explica Sehbe.

A curadoria presta informações importantes sobre moda aos clientes. Um book de fotos antecipa as tendências das quatro estações do ano e são apresentadas por uma consultora de moda estrategicamente localizada no centro do departamento feminino.

— As empresas centenárias não se acomodam, não aceitam permanecer em zonas de conforto, buscam inovar — destaca a coordenadora do curso de Ciências Econômicas da UCS e professora de Economia, Jacqueline Corá.

Acompanhando a trajetória da Magnabosco, informa Jacqueline, fica evidente essa prática. Das origens, a loja continua carregando o conceito de atrair toda a família oferecendo produtos para toda a casa e aos que moram nela. Mas o moderno chega ao lado adequando-se às mudanças que impõem novos padrões ao mercado.

Como será a Magnabosco daqui a 30 anos?

— Mais eficiente e ainda mais sólida — garante Sehbe.

 
 

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